Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Codem aprova R$ 354,5 milhões em projetos e vai gerar 3,3 mil empregos em MT

Publicados

MATO GROSSO

O Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Codem) aprovou R$ 354,5 milhões em cartas-consultas para financiamento com recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) nas modalidades empresarial e rural. Juntos, os projetos que foram aprovados na 20ª Reunião do Codem devem gerar 3.314 empregos diretos e indiretos no Estado.

O FCO é uma linha de crédito com prazos, limites e encargos financeiros diferenciados, destinada a empresas que se dedicam à atividade produtiva nos setores industrial, agroindustrial, mineral, de turismo, de infraestrutura econômica e de comércio e serviços na região Centro-Oeste. Após a aprovação pelo Codem, que é vinculado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e presidido pelo secretário César Miranda, a carta vai para a linha de crédito das instituições financeiras, onde é liberado o valor.

Na reunião realizada na tarde de quinta-feira (09), na sala de reuniões da Sedec, foram analisadas 17 cartas-consultas do FCO Empresarial, de pequenas, médias e grandes empresas, com montante proposto de R$ 229,3 milhões. Os recursos financiados com o FCO totalizam R$ 116,9 milhões e a contrapartida dos empresários somam R$ 89,3 milhões.

Leia Também:  VÍDEO: O Procon de Mato Grosso, notificou a Concessionária Águas Cuiabá e pode multá-la por deixar 137 bairros da Capital "Sem Água" por um longo período.

Nesta linha, os empresários informaram que, após a liberação dos recursos, devem ser gerados 1.865 empregos diretos e 818 de empregos indiretos no Estado.

No caso do FCO Rural, foram analisadas 13 cartas-consultas de pequeno, médio e grande produtor, cujo montante proposto dos projetos é de R$ 292,5 milhões. Serão financiados com FCO Rural R$ 237,5 milhões. A contrapartida dos produtores soma R$ 54,9 milhões. Ao todo, serão gerados 105 empregos diretos e 526 indiretos.  

Também foi deliberada na reunião a concessão de reserva de área no Distrito de Cuiabá para a empresa Israel de Oliveira Filho & Cia LTDA, além da convalidação de expansão de reserva de área também no Distrito Industrial para a empresa Rezende Artefatos de Concreto e Construções LTDA.

Os conselheiros também convalidaram o benefício do Programa de Incentivo à Cultura de Algodão de Mato Grosso (PROALMAT) para o produtor rural Nelson José Vígolo.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Sede do SER Família Criança, idealizado pela primeira-dama de MT, será construída em Barra do Garças

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA