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Tênis de mesa: Hugo Calderano cai para astro chinês em Singapura
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O brasileiro Hugo Calderano foi eliminado nas semifinais do Grand Smash Singapura, um dos quatro principais torneios do circuito mundial de tênis de mesa. Na final deste sábado (18), o fluminense não resistiu ao chinês Ma Long, tricampeão mundial e bicampeão olímpico, sendo derrotado por quatro sets a um, com parciais de 6/11, 6/11, 4/11, 11/8 e 8/11.

Número 5 do ranking da Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF, sigla em inglês), Calderano venceu quatro jogos antes de encarar Ma Long, segundo do mundo, nas semifinais. Ele estreou vencendo o sul-coreano Cho Seungmin (57º) por três sets a dois. Em seguida, bateu o japonês Yukiya Uda (20º) por três a um. Nas oitavas de final, superou o esloveno Darko Jorgic (10º) pelo mesmo placar. Nas quartas de final, eliminou o nigeriano Quadri Aruna (14º) por quatro sets a zero. O fluminense foi o único mesatenista não chinês entre os quatro melhores do torneio.
A derrota para Ma Long encerrou uma sequência de 20 vitórias seguidas de Calderano em competições internacionais, sendo 14 na atual temporada. Ele havia emplacado dez triunfos consecutivos com as conquistas das etapas de Durban (África do Sul) e Doha (Catar), antes da sequência em Singapura. O brasileiro já havia vencido os seis últimos compromissos de 2022, pelo Campeonato Pan-Americano da modalidade.
Prata na Itália
No tênis de mesa paralímpico, os brasileiros Paulo Salmin e Israel Stroh ficaram com a medalha de prata na final de duplas masculinas do Aberto da Itália, disputado na cidade de Lignano Sabbiadoro. Na decisão da classe MD14 (mesatenistas andantes com comprometimento na locomoção), a parceria não resistiu aos franceses Clement Berthier e Esteban Herrault, que ganharam por três sets a dois, parciais de 10/12, 11/8, 9/11, 11/9 e 5/11.
O Brasil já havia garantido seis medalhas nas disputas individuais do Aberto da Itália. Sophia Kelmer (classe oito) e Bruna Alexandre (classe dez) conquistaram o ouro, enquanto Joyce Oliveira (classe 4) e Paulo Salmin (classe 7) foram prata e Marliane Santos e Thaís Severo (ambas classe 3) ficaram com o bronze.
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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