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Cáceres tem redução de 82,6% em homicídios no primeiro trimestre de 2023

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O número de homicídios em Cáceres (distante 219 km de Cuiabá) teve uma redução de 82,6%, se comparado o primeiro trimestre de 2023 com o mesmo período de 2022. Os dados são do 6º Batalhão de Polícia Militar, localizado no município. Os números positivos do combate ao crime também são visíveis na redução de roubos e no aumento de apreensões de entorpecentes e armas, se comparado o ano passado com 2021.

Em janeiro, fevereiro e março de 2022 foram registrados 23 homicídios. Já no mesmo período deste ano, os registros deste crime caíram para quatro, sendo que apenas dois têm ligação com grupos criminosos. Para o comandante do 6º Comando Regional, tenente-coronel PM Óttoni César Castro Soares, esse resultado se deve ao conjunto de medidas e estratégias realizadas para combater os homicídios e outros crimes no município.

“Decidimos estar próximos e focados no cidadão de bem. Nessa perspectiva, estabelecemos parceria com a população, com o objetivo de trabalharmos juntos para identificar, priorizar e resolver os problemas relacionados com a segurança pública, tais como crimes e drogas, e assim, visamos melhorar a qualidade de vida nas comunidades”, destacou.

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Os dados do 6º Batalhão de PM também mostram que as ações preventivas realizadas em Cáceres durante a mobilização de facções criminosas, atividades que antecedem crimes como homicídios ou invasões de terras, tiveram resultado positivo. Os registros de roubos, por exemplo, apresentaram uma queda de 64%, passando de 314 ocorrências em 2021 para 141 ocorrências em 2022. Já o número de apreensões de armas de fogo teve um aumento de 146%. De 43 armas retiradas das mãos de criminosos em 2021, o total passou para 108 apreensões em 2022.

No combate ao tráfico doméstico de entorpecentes, os registros também mostram o avanço da atuação da PM no município, com um aumento de 311% nas apreensões de drogas. Em 2021, foram apreendidos 58,5 kg. Em 2022 esse total subiu para 240,5 kg. “O combate ao tráfico doméstico de entorpecentes tem sido intenso. Além das apreensões, dezenas de bocas de fumo foram fechadas”, pontuou o comandante do 6º Batalhão PM “Correa”, tenente-coronel PM, Luiz Marcelo da Silva.

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O tenente-coronel PM Luiz Marcelo ainda frisou a importância de instituições de segurança pública de Cáceres, como a Polícia Civil, Gefron, Polícia Penal, Corpo de Bombeiros Militar, Exército Brasileiro, Polícia Rodoviária Federal, entre outros, no combate à criminalidade em Cáceres. “Nossa gratidão a essas instituições, assim como à população cacerense, que vem contribuindo com os órgãos de segurança neste enfrentamento.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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