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SES realiza Semana Interna de Saúde e Segurança do Servidor em alusão ao Abril Verde

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) realiza, entre esta segunda-feira e sexta-feira (24 e 28.04), no nível central, a Semana Interna de Saúde e Segurança do Servidor em alusão ao Abril Verde. O objetivo da ação é conscientizar o servidor público do órgão estadual quanto à importância da temática para um ambiente laboral seguro e de qualidade.

Conforme a Equipe Técnica da Coordenadoria de Saúde e Segurança no Trabalho da SES, entre os dias 24 a 27 serão enviados materiais educativos e informativos para os e-mails de todos os servidores da pasta. A semana encerra no dia 28 com um café da manhã interativo na pracinha da SES. Para este encontro, a Comissão do Nível Central convida os servidores a se vestirem de verde.

Além disso, durante todo o mês de abril, a SES realizará o curso à distância “Exposição a Material Biológico em Serviços de Saúde”. Os servidores inscritos devem concluir a capacitação no início de maio.

A secretária adjunta de Administração Sistêmica e Educação na Saúde da SES, Cristiane Mello, pontua que a gestão está engajada na temática com o objetivo de auxiliar os servidores que trabalham diuturnamente nas unidades de saúde e na sede do órgão estadual.

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“Somos uma Secretaria que atua na prevenção dos acidentes de trabalho e não podemos deixar de lado a saúde e segurança dos nossos servidores. Por isso temos equipes qualificadas e dedicadas que ofertam esse auxilio”, diz a gestora.

Cristiane também pontua que a prevenção e ambiente seguro é resultado do empenho da gestão e do servidor.

“A gestão trabalha para garantir um ambiente seguro para o desenvolvimento das atividades e o servidor deve ser nosso parceiro, atuando com a responsabilidade de usar EPIs, estando atento às normativas estaduais e federais de saúde e segurança no trabalho. Sem essa conscientização a gestão sozinha não consegue êxito em promover um ambiente seguro de trabalho. É preciso o apoio de cada um”, afirma a adjunta

A “Campanha Abril Verde” é uma estratégia para promover a conscientização e sensibilização dos trabalhadores sobre a importância da saúde e segurança no trabalho. O movimento é alusivo ao Dia Mundial em Memória às Vítimas de Acidentes e Doenças Relacionadas ao Trabalho, que é celebrado no dia 28 de abril.

A equipe técnica ressalta que a data de 28 de abril é simbólica para reflexão sobre a saúde do trabalhador. Para as instituições, a data é uma forma de sensibilizar para a necessidade de se investir em políticas e práticas que garantam ambientes de trabalho seguros e saudáveis.

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A Semana Interna de Saúde e Segurança do Servidor é um evento anual cuja iniciativa é da Comissão Local de Segurança no Trabalho de cada Unidade (CLST), realizada em parceria com a Coordenadoria de Saúde e Segurança no Trabalho.

Ações da SES

Há uma Comissão de Segurança do Trabalho em todas as unidades geridas pela SES. A comissão tem como uma das suas atribuições o registro e acompanhamento dos acidentes de trabalho na SES, além de contribuir para a prevenção e promoção da saúde no trabalho.

Para aprimorar o processo de notificação dos acidentes e as ações preventivas, a Coordenadoria de Saúde e Segurança da SES oferece suporte técnico às unidades, capacitações e orientações permanentes.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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