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Após turista condenado por pegar filhote de bisão, autoridades dos EUA buscam mais dois homens que tocaram em animal

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Após um turista ser condenado por pegar um filhote de bisão que foi depois rejeitado pela manada e sacrificado, autoridades dos Estados Unidos buscam agora mais dois homens que tocaram em um animal do mesmo tipo em um parque nacional no estado de Wyoming.

Na semana passada, um cidadão do Havaí foi condenado pela Justiça dos EUA por tocar e pegar um filhote de bisão que, segundo ele, tentava atravessar um rio para encontrar sua mãe no parque de Yellowstone.

Por causa do contato, o filhote – como, segundo especialistas, costuma acontecer com essa espécie – foi rejeitado por sua mãe e pelo resto da manada e, por isso, teve de ser sacrificado.

novo caso ocorreu no domingo (4) no parque de Grand Teton, em Wyoming. A direção do parque está investigando o caso e pediu ajuda para buscar os turistas – pela norma de parques nacionais dos EUA, visitantes são obrigados a manter distância de pelo menos 23 metros de bisões, por segurança e pela tendência de rejeição após contato com humanos.

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Neste caso, ainda segundo a administração do Grand Teton, o filhote não foi rejeitado.

No caso da semana passada, o turista do Havaí Clifford Walters, que visitava o Parque de Yellowstone, também em Wyoming, afirmou em entrevista ao jornal “The New York Times” que o animal estava se afogando após ter sido arrastado pelo rio. “Não suportei vê-lo morrer”, disse o norte-americano à publicação.

Ainda assim, Walters foi condenado e deverá pagar uma multa de US$ 500 (cerca de R$ 2.500), além de ter de fazer serviço comunitário e arcar com custos relacionados ao processo.

G1

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A Casa do Parque transforma Caravaggio em experiência imersiva

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Em tempos de consumo acelerado da imagem e de experiências culturais cada vez mais superficiais, um projeto criado em Cuiabá propõe o caminho inverso: desacelerar o olhar. No próximo dia 21 de maio às 20h, A Casa do Parque estreia O Banquete, encontro concebido para transformar a história da arte em experiência sensorial, intelectual e afetiva.

Fruto de uma parceria entre Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque e o professor de história da arte Rafael Branco, o encontro nasce com uma ambição rara no circuito cultural contemporâneo: formar público sem didatismo, aproximando grandes obras da arte universal de uma vivência estética real, atravessada por narrativa, música, vinho e atmosfera.

A primeira edição mergulha na obra de Michelangelo Merisi da Caravaggio (1571–1610), artista que revolucionou a pintura barroca ao aproximar o divino da carne, da sombra e do drama humano. Sua obra, marcada pelo contraste radical entre luz e escuridão, violência e beleza, segue contemporânea justamente por recusar idealizações.

“Mais do que falar sobre arte, queremos criar uma travessia pela obra. A Casa do Parque sempre acreditou que cultura também pode ser experiência viva, sensorial e emocional”, afirma Flávia Salem, idealizadora da Casa do Parque. “O Banquete nasce desse desejo de aproximar as pessoas da arte de uma forma menos acadêmica e mais humana, sem perder profundidade.”

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Ao longo da noite, Rafael Branco conduz o público por imagens, contextos históricos e interpretações que ajudam a compreender não apenas a técnica de Caravaggio, mas o impacto filosófico e simbólico de sua obra sobre o imaginário ocidental.

Mas a proposta evita o formato tradicional de palestra. Em vez disso, o público é convidado a ocupar uma experiência cuidadosamente construída para provocar percepção, escuta e contemplação.

A atmosfera da noite entre vinho, música e projeções dialoga diretamente com a ideia do banquete como ritual de encontro e partilha intelectual.

“Construímos uma noite para aproximar a história da arte do público, através de uma experiência sensorial mais ampla, em que imagem, som, sabor e cena são costuradas em uma mesma narrativa sobre universo de Caravaggio. Para além de apresentar sua obra, a proposta é criar uma vivência imersiva e inédita na cidade de Cuiabá, a partir de um dos grandes nomes do barroco italiano.”, observa Rafael Branco.

Com O Banquete, A Casa do Parque reforça um movimento que vem consolidando em Cuiabá: o de criar experiências culturais autorais, sofisticadas e voltadas à formação de público.

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Nessa noite apenas o bar da Casa estará em funcionamento, não havendo serviço gastronômico.

Serviço:
O BANQUETE
21 de maio, às 20h
A Casa do Parque
Ingresso social: R$ 150 + 1 litro de leite longa vida
Informações e ingressos: 98116-8083
Lugares limitados.

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