Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Troféu Brasil de Atletismo começa nesta quinta-feira (06); confira programação

Publicados

MATO GROSSO

​O Troféu Brasil de Atletismo começa nesta quinta-feira (06.07), às 6h, com as provas de marcha atlética disputadas num circuito de um quilômetro montado na Avenida Parque do Barbado, ao lado do Centro Olímpico de Treinamento (COT) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. A mais tradicional competição do atletismo brasileiro, que pela primeira vez é realizada em Mato Grosso, pode ser acompanhada gratuitamente pelo público até domingo (09.07).

O primeiro dia de competições prossegue na pista do COT da UFMT a partir das 7h50, com disputas de diversas provas até às 10h50. Nesse período, estão inclusas as eliminatórias e semifinais de 100m e 400m rasos, do masculino e feminino.
A competição recomeça no período da tarde, às 16h30, com provas de saltos em altura, em distância e triplo, incluindo a final com vara feminina. Até às 17h55, acontecem também as finais masculina e feminina da prova mais rápida do atletismo, os 100 m rasos. Às 18h45, haverá a final masculina de lançamento de disco.

Na sexta-feira (07.07), das 7h25 às 11h15, o público pode acompanhar as provas de lançamento de martelo, 800 m rasos, salto em altura, 100m e 110m com barreiras e lançamento de disco feminino. E das 16h às 20h20, a torcida será ainda maior em várias finais, dentre as quais as dos saltos em altura e em distância masculino e salto triplo feminino.

No sábado (08.07), variadas provas acontecem das 7h45 às 10h, dentre as quais 200m rasos, 100m e 400m com barreiras. À tarde, das 16h30 às 18h, atletas disputam as finais de salto com vara masculino, 200m e 800m rasos, dentre outras provas. Até às 20h serão realizadas ainda as finais das provas de 3000m com obstáculos, 10000m rasos e revezamento misto 4 x 400m.

No domingo (09.07), às 6h, a competição retorna para a Avenida Parque do Barbado nas finais da marcha atlética. Das 8h às 9h30, de volta ao COT, ocorrem provas de qualificação de lançamento de dardo e de heptatlo de salto em distância.

As últimas disputas do Troféu Brasil serão realizadas no domingo (09.07), das 16h às 20h15, e incluem as finais masculinas e femininas de 400m com barreiras e 1500m rasos, lançamento de dardo masculino e salto triplo masculino.
Todas as provas serão transmitidas ao vivo pela TV Atletismo Brasil por meio do YouTube da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). A narração será de Ennio Ricanelo e os comentários serão feitos por integrantes do Programa Ídolos do Atletismo das Loterias Caixa e da CBAt.

A programação completa e detalhada pode ser acessada no hotsite da competição que fica na home do site da CBAt (link direto AQUI).

Leia Também:  Governo de MT entrega mais de R$ 281 milhões em máquinas, ônibus escolares, equipamentos, veículos e notebooks

Cerimônia de abertura

A cerimônia da abertura do Troféu Brasil de Atletismo será realizada na quinta-feira (06.07), às 16h, no Centro Olímpico de Treinamento (COT) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá.

Participam da apresentação oficial representantes do Governo do Estado de Mato Grosso, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Federação de Atletismo de Mato Grosso (FAMT) e da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt). Também prestigiam o evento os demais parceiros e heróis olímpicos.

Realizado pela CBAt, o Troféu Brasil de Atletismo conta com o patrocínio das Loterias Caixa e do Governo do Estado de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), com apoio do SESI, da FAMT e da UFMT.

Depois do fechamento das inscrições, a competição totaliza 750 atletas, sendo 322 mulheres e 438 homens, representando 120 clubes de todas as regiões do País. Confira AQUI os principais nomes.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  "Os 313 novos policiais civis estão sendo equipados com a Glock nova, uniformes e tecnologia de ponta", afirma governador

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Sine Estadual realiza 45 atendimentos durante ‘Feira de Empregabilidade’

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA