MATO GROSSO
O projeto que leva ações de cidadania aos bairros de Cuiabá conta com o apoio de Botelho. Em um único local e de forma gratuita, a população tem acesso a diversos tipos de serviços.
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Na quarta edição do projeto “Baixada em Festa”, realizada no sábado (8), no bairro CPA II, em Cuiabá, foram realizados mais de 300 atendimentos de cidadania. O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (União Brasil), explica que o número de serviços oferecidos tem aumentado a cada edição. No bairro CPA II, por exemplo, a população contou com duas parcerias inéditas: um cabide solidário e serviços de fisioterapia.
De acordo com Botelho, a equipe organizadora do evento reuniu o maior número de ações de cidadania nos quatro bairros atendidos (Pedra 90, Jardim Florianópolis, Pascoal Ramos e CPA II). “Propusemos um formato itinerante para atender gratuitamente e sem burocracia o maior número de famílias dos bairros e arredores. O balanço geral desta primeira etapa é bastante positivo”, afirma.
Na praça do bairro CPA II, os stands ofereceram atividades pedagógicas, pintura artística, consultas médicas e odontológicas, testes de glicose, assessoria jurídica, contábil e fundiária, serviços de cabelereiro, aferição da pressão arterial, manicure, maquiagem, design de sobrancelhas, informações sobre o título de eleitor e agendamentos para a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), que substitui o Registro Geral (RG).
Jovens e adultos com dores musculares ou limitações também receberam atendimento da fisioterapeuta da ALMT, Elaine Oliveira. Ela aplicou técnicas como ventosa terapia e bandagem para melhorar a circulação sanguínea em áreas específicas do corpo. Também ofereceu orientações posturais e sobre a forma correta de dormir. “É um atendimento rápido, por isso, focamos mais na redução da dor e no relaxamento muscular. Foi uma experiência muito boa, realizamos vários atendimentos no local”, disse a voluntária do projeto.
Os parceiros do “Baixada em Festa” incluem a ALMT, o governo de Mato Grosso, a Secretaria de Estado da Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o Instituto SBX, a banda Sambaxé, os sites News MT e Vip MT News, o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários da Baixada Cuiabana (Sintrobac) e o Instituto dos Rodoviários do Estado de Mato Grosso (Iromat). O evento encerrou com apresentações musicais regionais. Já se apresentaram no projeto bandas como Sambaxé, Novo Som, ScortSom, Lambadão dos Federais, Aprontaê, entre outros.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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