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Botelho celebra repasse de R$ 40,8 milhões para hospitais filantrópicos

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Após aprovação das alterações do Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF-MT), que autoriza destinação de até 40% da arrecadação aos hospitais filantrópicos de Cuiabá e demais municípios, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), nesta segunda-feira (17), o Diário Oficial do Estado (Iomat) registrou uma boa notícia. A publicação dos valores destinados às unidades beneficentes indica R$ 40,8 milhões, conforme Nota Técnica da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT). O presidente da (ALMT), deputado Eduardo Botelho (União) comemorou a liberação dos recursos, para complementação da tabela do Sistema Único de Saúde (SUS).

No Legislativo, Botelho responde pela condução de amplo debate sobre criação e aplicações do FEEF-MT. Um trabalho dos parlamentares, intensificado desde 2018. Em 2021, a matéria sofreu mais mudanças. O diálogo com o governo estadual permitiu contemplar hospitais filantrópicos que não estavam no projeto original, “mas que prestam relevantes serviços para a sociedade, como a centenária Santa Casa, Santa Helena, Hospital de Câncer, Hospital Geral e a Santa Casa de Rondonópolis. Ainda destinamos até 3% ao Instituto Lions da Visão. Garantir esses recursos é fundamental para que continuem o brilhante trabalho que realizam”, avaliou Botelho.

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Conforme a portaria da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), 12 hospitais serão beneficiados: Hospital Geral (R$ 9.042.506,39), Hospital Santa Helena (R$ 7.054.731,92), Hospital de Câncer de MT (R$ 7.063.031,61), Instituto Lions da Visão (R$ 2.489.905,38), Santa Casa de Rondonópolis (R$ 7.216.575,77), Casa de Saúde Paulo de Tarso (R$ 746.971,62), Hospital Geral de Poconé Dr. Nicolau Fontanilhas Frageli (R$ 485.531,55), Hospital e Maternidade São João Batista (R$ 610.026,82), Hospital São Lucas do Rio Verde (R$ 1.327.949,54), Hospital Vale do Guaporé (R$726.222,40), Hospital Evangélico (R$ 473.082,02) e Hospital Santo Antônio (R$3.560.564,70).

“A liberação dos repasses é um passo importante para o aumento da capacidade de atendimentos à população de Cuiabá e demais municípios de MT. Todos nós deputados estamos empenhados nesta causa, concentrando esforços para melhorar a saúde pública do Estado”, enfatizou deputado Botelho, lembrando que neste ano a Assembleia aprovou novas alterações ao Fundos Estaduais de Fomento à Saúde para evitar atrasos dos repasses aos hospitais.

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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