MATO GROSSO
Servidores são atendidos com práticas terapêuticas ofertadas pela SES
MATO GROSSO
O projeto “Promoce Pics (Práticas Integrativas Complementares em Saúde)” é organizado pela Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde da SES (Cophs) e ocorre toda terça-feira, das 8h às 11h, na pracinha da Pasta.
A proposta é a promoção da saúde do trabalhador, visando cuidar e melhorar a qualidade de vida dos servidores, conforme diretrizes das Políticas Nacionais de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) e de Promoção da Saúde (PNPS).
Para a servidora da SES, Eloa Pimenta, o espaço na pracinha vai além de terapias. Ela acredita que o momento proporciona qualidade de vida e bem-estar para os servidores.
“Esse momento aqui é importante para mim enquanto servidora, porque tiro 10 a 30 minutos do meu dia da semana para respirar e relaxar. Meu chefe colabora para isso e me libera porque é benéfico para mim e para ele, pois estarei bem comigo mesma e vou produzir mais e menos tensa”, diz Eloa, que já passou pelo atendimento de auriculoterapia, Reiki, reflexologia, entre outros.

Créditos: Fernanda Nazário
Com objetivo de tratar o nervo ciático e a ansiedade, a servidora Dilma Guimarães, da SES, afirma que é nítida a melhoria de suas dores após fazer as terapias. “Toda terça-feira faço a auriculoterapia e reflexologia para ansiedade e nervo ciático. Eu também sinto que minha enxaqueca está mais equilibrada, principalmente com o tratamento fitoterápico que iniciei após indicação de uma terapeuta que oferta o serviço aqui na pracinha”, conta.
Satisfeita com o resultado do tratamento fitoterápico, a servidora Márcia Rocha, também da SES, relata que não sente mais tanta dificuldade para subir escada, e conta ter mais disposição no seu dia a dia.
“Hoje estou tomando as tinturas e meu estômago, intestino e sistema circulatório estão melhores. Apesar de ser obesa, eu já consigo subir bem as escadas. Antes tinha dificuldade para respirar, ofegava muito. Essas melhorias são comprovadas nos meus exames que agora têm bons resultados”, ressalta Márcia.

Créditos: Fernanda Nazário
O projeto
O projeto foi implementado na SES em março de 2023. As Pics são ofertadas gratuitamente por terapeutas voluntários e parceiros da Secretaria. Entre os serviços disponibilizados estão Reiki, Reflexoterapia, Auriculoterapia, Dança Circular, Fitoterapia, Pranic Healing e Cone Hindu. Há, também, exposição de produtos naturais ligados as Práticas Integrativas como velas, sprays e sabonetes aromatizados, artesanatos e tinturas fitoterápicas.
A coordenadora da Cophs, Rosiene Pires, explica que essas práticas são recursos terapêuticos que buscam a prevenção de doenças e a recuperação da saúde, tendo como ênfase a escuta acolhedora, o desenvolvimento do vínculo terapêutico e a integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade.
“A SES é uma instituição que promove a saúde e assegura aos servidores o direito a um ambiente de trabalho saudável, com implementação de estratégias voltadas para a temática e para valorização do trabalhador. Além disso, as Pics visam à promoção da saúde por meio da integralidade do cuidado e do empoderamento individual e coletivo”, diz a gestora.
Leidiane de Oliveira Fonseca é terapeuta em reflexologia e oferta o tratamento às terças na SES. Ela esclarece que a terapia trabalha pontos específicos no pé que reflete cada órgão do corpo.
“Na hora que apertei o pé da paciente, o local que pressionei afundou e demorou para voltar, isso indica nervo ciático e já estamos tratando isso. A reflexologia previne e trata problemas, além de promover relaxamento e melhoria da ansiedade”, diz a profissional.
A PNPIC institucionaliza 29 práticas, sendo elas: Medicina Tradicional Chinesa/Acupuntura, Medicina Antroposófica, Homeopatia, Plantas Medicinais e Fitoterapia, Termalismo Social/Crenoterapia, Arteterapia, Ayurveda, Biodança, Dança Circular, Meditação, Musicoterapia, Naturopatia, Osteopatia, Quiropraxia, Reflexoterapia, Reiki, Shantala, Terapia Comunitária Integrativa, Yoga, Apiterapia, Aromaterapia, Bioenergética, Constelação familiar, Cromoterapia, Geoterapia, Hipnoterapia, Imposição de mãos, Ozonioterapia e Terapia de Florais.
Parceiros
São parceiros do projeto os voluntários Isa Mara Castro Rondon (Reiki), Juceleni Maria Braga (Reiki), Thieza Vaz Fernandes (Auriculoterapia), Danielle Clemente (Dança Circular), Tereza Vaz Fernandes (Reiki), Christiane Ferreira (Auriculoterapia), Péricles Renato de Campos (Cone Indu), Mônica Cristina Campos (Reiki), Marion Barros Ferreira (Dança Circular), Fátima Aparecida de Melo (Reike e Reflexologia), Maria Eduarda Tolazzi (Pranic Healing), Maria José dos Santos (Dança Circular), Honorina Patrícia Zacarias (Fitoterapia), Ruth Nobuko (Pranic Healing), Geovane Tolazzi (Pranic Healing), Paula Gonçalves (Reiki), Ester Sara Roberta (Reflexologia e Reiki), Tatiane Cruz (Auriculoterapia), Leydiane Fonseca (Reflexologia), Sandra Cardoso (Auriculoterapia) e Aline Seba (Cone hindu).
O projeto é realizado todas as terças-feiras no período matutino, na SES, alternando as práticas a serem ofertadas.
Os interessados em integrar a ação como terapeuta voluntário ou expositor devem entrar em contato com a equipe por meio do e-mail pics@ses.mt.gov.br ou do telefone (65) 3613-5415.
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.