MATO GROSSO
Corpo de empresário é encontrado após boiar em lago em MT
MATO GROSSO
O corpo do empresário Manoel Messias de Oliveira, de 57 anos, foi encontrado boiando no lago da Fazenda Tucunaré, na noite de segunda-feira (21), em Cocalinho (a 779 quilômetros de Cuiabá).
Manoel era dono da empresa Estrelão Gás, em Barra do Garças, e estava desaparecido desde a tarde de domingo (20), quando saiu para andar de jet ski.
Um familiar procurou a delegacia de Barra para comunicar o seu desaparecimento.
Ele contou que a vítima estava andando de jetski no lago sem colete salva-vidas. Durante uma manobra, Manoel se desprendeu do veículo e caiu na água.
Com a queda, a vítima se afogou e, em seguida, o corpo afundou no lago.
As buscas começaram logo após o acidente, mas o corpo do empresário só foi encontrado por volta das 21h30 de segunda, quando flutuou.
Participaram das buscas homens do Corpo do Bombeiros e uma equipe contratada pela família.
O corpo foi resgatado e encaminhado ao IML (Instituto Médico Legal) de Barra do Garças, para exame de necropsia.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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