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Odontologia Hospitalar foi divulgada como nova especialidade para a odontologia brasileira

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O CRO-MT participou, nesta quarta-feira, 23 de agosto, da assembleia conjunta entre o Conselho Federal de Odontologia e os Conselhos Regionais de Odontologia realizada em Palmas-TO. Na ocasião, a Odontologia Hospitalar foi divulgada como nova especialidade para a odontologia brasileira, sendo aprovada por unanimidade.

A odontologia hospitalar conquistou um espaço significativo na saúde de toda a população e deu enorme contribuição no combate à COVID colocando mais uma vez os Cirurgiões-Dentistas e a odontologia em evidência.

Entendendo a importância para os pacientes em Unidade de terapia intensiva – UTI, o sistema conselhos de odontologia uniu forças para transformar a especialidade em realidade.

A presidente do CRO-MT, Dra. Wânia Dantas, esteve presente na assembleia e celebrou mais essa vitória da categoria.
“Nossa gestão reacendeu o debate para a criação da especialidade da odontologia hospitalar. Conquistamos nosso lugar junto às equipes multidisciplinares nas UTIs diminuindo muito o tempo de intubação dos pacientes, evitando também a recorrência de infecções respiratórias”, afirmou.

A partir de agora, a maior e melhor odontologia do mundo, passa a contar com mais uma especialidade, a odontologia hospitalar, cujos especialistas estão preparados para atuar no ambiente hospitalar, garantindo mais saúde e bem estar aos pacientes.

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Para o Presidente do CFO, Juliano do Vale, a Odontologia Hospitalar é uma realidade que hoje estamos comemorando, visando a melhoria na qualidade de vida. “A importância do Cirurgião-Dentista nas UTIs é fundamental para reduzir as chances de infecção ao paciente internado e, consequentemente, possibilitar uma melhor qualidade de vida aos pacientes. Parabéns odontologia brasileira, parabéns Odontologia Hospitalar”.

Os critérios e regulamentação serão divulgados em breve pelo Conselho Federal de Odontologia.

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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