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É preciso desestimular subculturas do ódio, alerta professor

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Os contornos da verdade em tempos de algoritmo foi o tema tratado por especialistas durante o segundo painel do seminário Combate à Desinformação e Defesa da Democracia, realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (14). Coordenado pelo professor Hernando Borges, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), o debate reuniu especialistas para discutir os desafios e soluções da desinformação nos tempos atuais.

O ambiente digital não é um mero reflexo da realidade, avalia o professor de Teoria e Filosofia do Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Marco Antônio Sousa Alves. “Mais do que refletir, as plataformas produzem o real. É um equívoco acreditar que os algoritmos simplesmente oferecem o que queremos, eles fazem com que algo seja desejável”, explica o professor.

Para ele, o enfrentamento à desinformação é uma luta constante e múltipla. “É preciso desestimular subculturas do ódio, da lacração e da perseguição. Precisamos questionar o modelo de negócio das plataformas, que incentiva a produção de conteúdos sensacionalistas, e atacar na raiz a cultura dos click baits”, avalia Alves.

A moderação de conteúdo e os limites da liberdade de expressão em ambientes digitais foi o tema tratado pelo diretor executivo e fundador do InternetLab, centro de pesquisa em tecnologia e direitos, Francisco Brito. Ele destacou que “a moderação de conteúdo não é recomendação, é aplicação das regras, e é importante para a pluralidade da informação”.

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Segundo Brito, o olhar do sistema sobre a moderação de conteúdo precisa vir acompanhado de uma discussão sobre transparência e mitigação de risco. “É uma atividade extremamente sensível a direitos humanos. Se é o gerenciamento da nossa expressão e a gente tem liberdade de expressão, o Estado tem que olhar para isso”, cobrou.

O professor emérito da Universidade de Brasília (UnB) Murilo César Ramos falou sobre a cultura da desinformação. Segundo ele, os estados e instituições têm enfrentado enormes dificuldades para formular políticas públicas regulatórias e construir instituições que deem conta de disciplinar empresas de tecnologia. Ele lembrou o “esforço monumental” que a Justiça Eleitoral brasileira se viu compelida a fazer nas eleições presidenciais de 2022.

“Alargando, não sem riscos constitucionais que serão devidamente compreendidos no futuro, sua capacidade de intervenção no campo da liberdade de expressão. Sem o que nossa ainda frágil democracia teria sofrido um golpe de consequências presentes e futuras abissais. A destruição física sofrida pelos prédios públicos em 8 de janeiro deixou isso muito claro”, disse.

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Na abertura do painel, o ministro do STF Luiz Fux destacou a importância da informação de qualidade para a democracia. Segundo ele, o combate à desinformação passa por um processo pedagógico, legislativo e também pelo processo judiciário. “O Brasil viveu uma campanha de ataque às instituições, e isso foi crescendo, atingindo inclusive os integrantes do Poder Judiciário. Na verdade, eram provocações oriundas de fatos absolutamente inverídicos, que pretendiam suscitar uma suspeição para dar ensejo a atos como os que acabamos de ver, e que não podem ser negligenciados. Nesse sentido a atuação do Judiciário deve ser exemplar”, disse Fux.

Organizado em conjunto com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Colégio de Gestores de Comunicação das Universidades Federais (Cogecom), o seminário conta com a participação de ministros, professores e especialistas no tema.

A programação conta com sete painéis que abordam temas como o fortalecimento do sistema de justiça no enfrentamento à desinformação, a educação midiática e as pesquisas acadêmicas sobre o tema, além da importância do trabalho das agências de checagem.

Fonte: EBC GERAL

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Itaipava contrata Virgínia Fonseca para seu time de influenciadores

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A cerveja Itaipava, do Grupo Petrópolis – maior cervejaria com capital 100% nacional –, anuncia a assinatura de contrato com a influenciadora Virgínia Fonseca para integrar o squad de influenciadores da marca. A parceria faz parte do movimento de relançamento e reposicionamento de Itaipava, que busca expandir seu target e fortalecer a conexão com um público mais jovem, sem perder os atributos e territórios que consolidaram a marca ao longo de sua trajetória.
Com 54,5 milhões de seguidores, Virgínia chega para somar ao time como uma aliada estratégica na aproximação com novas audiências. Sua entrada no squad contribui para impulsionar o crescimento da marca por meio do aumento da penetração em novos consumidores, especialmente em um target mais jovem, ampliando a base de público sem ruptura com os pilares que sustentam o equity de Itaipava.
O investimento em creators digitais integra a estratégia de marketing da companhia, que tem como objetivo aumentar a visibilidade de suas marcas, fortalecer a conexão com os consumidores e ampliar sua presença nas diferentes ocasiões de consumo.
“Por meio de uma comunicação mais próxima e autêntica, conseguimos gerar conexões genuínas com o público. Cada influenciador do nosso squad exerce um papel estratégico para fortalecer o posicionamento, ampliar a visibilidade e consolidar a lembrança das marcas”, afirma Diego Santelices, Head de Comunicação e Mídia do Grupo Petrópolis. “Neste momento de relançamento, contar com a Virgínia como parte do time reforça nossa estratégia de expansão de target, contribuindo para a entrada em novos públicos e para a construção de relevância junto às novas gerações, sempre preservando a essência da marca”, completa.
Virgínia se junta ao time de influenciadores de Itaipava, que já conta com nomes como Nicole Bahls, Álvaro Xaro, Caio Afiune e Thaynara OG, além de Ivete Sangalo, embaixadora da marca.
A contratação reforça a estratégia da companhia de diversificar o perfil dos influenciadores e utilizar diferentes vozes para amplificar as mensagens-chave da marca, promovendo crescimento incremental por meio da expansão de penetração e fortalecendo sua presença junto às novas gerações.
SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ) há 30 anos, Itaipava conquistou o consumidor brasileiro e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava.
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Vold X, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Cabaré Ice, Fest Drinks, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; o refrigerante It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br

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