MATO GROSSO
Moradores de Nobres devem se cadastrar para receber escrituras definitivas de imóveis
MATO GROSSO
Moradores do município de Nobres (120 km de Cuiabá), do Bairro Jardim Petrópolis, têm até sexta-feira (06.10) para se cadastrarem para receber o título de regularização fundiária urbana, fornecido pelo Governo de Mato Grosso, por meio da MT Par e do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat). O cadastramento ocorre na Escola Municipal Dalcy Capistrano, das 8h às 12h e das 13h às 17h.
O presidente da MT Par, Wener Santos, ressalta que os títulos são entregues de forma gratuita e já registrados para a população.
“Essa é mais uma ação do Governo de Mato Grosso, em que o nosso governador entrega, além de escrituras definitivas, diginidade aos moradores. A entrega dos títulos já registrados em cartório garante a segurança da casa própria”, acrescenta.
A costureira Angela Maria de Souza, de 58 anos, é uma das moradoras do bairro que fez o cadastro. Desde 2017 ela aguardava pela oportunidade para regularizar seu imóvel.
“Esse documento vai proporcionar muita coisa boa na vida de toda minha família e vai trazer mais segurança para o nosso imóvel. Por isso, quero muito agradecer o governador Mauro Mendes que está sempre ajudando as pessoas que mais precisam, tanto ele quanto a primeira-dama, Virginia Mendes. Agradeço muito por isso”, disse Angela Maria.

A dona Nevis da Costa, de 63 anos, é outra moradora do bairro Jardim Petrópolis, em Nobres, que aguarda há 10 anos por essa regularização.
“Vou ter a casa escriturada em meu nome e isso é muito importante para gente. Já tem 10 anos que espero por esse documento e agora vai sair, graças ao governador Mauro Mendes que olha por nós e traz cada vez mais melhorias”, comentou Nevis.
Documentos Necessários
Para o cadastramento, os moradores deverão comparecer na Escola Municipal Dalcy Capistrano portando documentos pessoais (RG, CPF e certidão nascimento), contrato de compra e venda da casa ou algum outro documento do imóvel e comprovante de endereço do imóvel a ser regularizado.
Além disso, os proprietários casados deverão ter em mãos a certidão de casamento. Já para divorciados, a certidão de casamento com averbação de divórcio. No caso de viúvos, levar a certidão de casamento e certidão de óbito (do cônjuge falecido). E o proprietário que tiver em união estável deverá ter a escritura pública de cartório ou homologação dessa condição feita em juízo.
Vale destacar que Nobres faz parte do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Alto do Rio Paraguai. Os moradores que tiverem alguma dúvida podem ligar no 0800 080 02 03.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
-
POLÍTICA MT7 dias atrásVereador Alex Rodrigues busca em São Paulo soluções para despoluição do Rio Coxipó
-
MATO GROSSO6 dias atrás“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
-
MATO GROSSO6 dias atrásCredores denunciam irregularidades no processo de recuperação judicial do Grupo Cella