MATO GROSSO
Primeira-dama Márcia Pinheiro convida a população para o espetáculo ‘O Reino Encantado das Simininas’ no domingo (15) e destaca a contribuição do programa social para transformar vidas
MATO GROSSO
Um projeto social bem planejado e implementado contribui significativamente para reduzir a desigualdade econômica e social. Quando pensamos em justiça social e na garantia de que todos tenham oportunidades, precisamos criar os mecanismos para que isso ocorra de fato. O Siminina, uma ação da Prefeitura de Cuiabá, é um exemplo. Além da oferta de aulas de música, dança, reforço escolar e fortalecimento cultural, ele promove a cidadania. Muitas vezes, inquestionavelmente, devolve a possibilidade de sonhar para as meninas e suas famílias.” A avaliação é da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, que é a principal articuladora do Programa Siminina, que apresentará no próximo domingo (15) mais uma apresentação, a partir das 15h, do espetáculo “O Reino Encantado das Simininas”, no Teatro Cerrado Zulmira Canavarros (Assembleia Legislativa).
No próximo domingo (15), mais 170 meninas terão a oportunidade de apresentar a consolidação das aulas oferecidas por meio da ação social, que atende a mais de 1,2 mil meninas na faixa etária de 6 a 15 anos.
O enredo do espetáculo é ricamente produzido e detalha o crescimento de cada siminina após o fortalecimento do Programa Siminina, mediante a contribuição da madrinha da iniciativa, Márcia. A produção conta com dezenas de figurinos e envolve a equipe da ação social, além do Núcleo da Primeira-dama e da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência.
“A gestão investe no que é mais importante: as pessoas. Especialmente quando falamos da área social, nos alicerçamos na educação e na formação de nossas alunas. O Siminina possibilita que elas tenham amparo para enfrentar os desafios vindouros. É oportuno lembrar que a gestão Emanuel Pinheiro ampliou a faixa etária atendida para 15 anos. Nós também oferecemos um monitoramento do Siminina Digital, um projeto de alfabetização digital incluso na grade de ações do Programa Siminina. Tenho consciência de que a iniciativa é um instrumento capaz de transformar vidas”, finalizou Márcia Pinheiro.
Na semana passada, no dia 8, duas sessões do espetáculo lotaram a galeria do teatro da UFMT. Mais de mil pessoas compareceram às apresentações e deixaram o local emocionadas e encantadas.
Serviço:
Agenda: Espetáculo “O Reino Encantado das Simininas”
Onde será? Teatro Cerrado Zulmira Canavarros (Assembleia Legislativa)
Qual horário? 15h
Quando será? 15/10, domingo
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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