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Instituto aponta calor de até 45ºC em cidade de MT durante o final de semana

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Após uma semana com altas temperaturas, o calor segue forte em Mato Grosso. Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta para altas temperaturas e risco de baixa umidade no final de semana em Mato Grosso. Cáceres será a cidade mais quente, podendo registrar até 45ºC de máxima.

Conforme o instituto, apesar das altas temperaturas, há previsão de chuva isolada pela manhã e tarde, nesta sexta-feira (20), em Cáceres (225 km ao oeste de Cuiabá). A mínima fica em 26ºC e a máxima em 43ºC.

Poucas alterações são previstas para o final de semana. No sábado (21), a mínima fica em 27ºC e a máxima em 44ºC. Domingo será o dia mais quente, os termômetros podem registrar até 45ºC de máxima. A mínima permanece igual.

Em Cuiabá, a mínima fica em 30ºC e a máxima em 43ºC, nesta sexta-feira. No sábado, o céu permanece encoberto pela manhã e tarde, com mínima de 30ºC e máxima de 44ºC, permanecendo igual no domingo.

Chapada dos Guimarães (65 km ao norte de Cuiabá), nesta sexta, tem mínima de 25ºC e máxima de 43ºC. No final de semana, não há previsão de chuva. A mínima fica entre 25ºC e 27ºC e a máxima em 41ºC.

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Em Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá), há possibilidade de chuva isolada durante a tarde, nesta sexta-feira. A mínima fica em 25ºC e a máxima em 44ºC. No sábado, a mínima fica em 25ºC e a máxima em 42ºC. Já no domingo, previsão aponta para pancadas de chuva isoladas, a mínima fica em 26ºC e a máxima em 41ºC.

Já Sinop (500 km ao norte de Cuiabá), nesta sexta, a mínima fica em 24ºC e a máxima em 43ºC. No final de semana, não há previsão de chuva e pouca variação na temperatura. A mínima fica entre 26ºC e 27ºC e a máxima em 43ºC.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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