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Setasc apoia Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento na primeira edição dos “15 Anos Solidário”

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) se fez presente na 1ª edição do projeto “15 anos Solidário”, em apoio a realização da Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento, que tem como madrinha a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes. Ao todo, 37 debutantes participaram do baile realizado na noite deste sábado, no Centro de Eventos Antônia de Campos Maciel.

“Foi com grande alegria que recebi o convite para ser madrinha desse lindo projeto e pedi para que tudo fosse feito para que ficasse o mais maravilhoso possível, porque essas meninas merecem o melhor. Infelizmente não pude prestigiar essa festa linda, mas acompanhei tudo e vi o quanto todos estavam felizes e realizando sonhos. Parabéns a essas princessas de Nossa Senhora de Livramento”, disse a primeira-dama de MT, Virginia Mendes.

O projeto “15 Anos Solidário”, com o lema “Realizando os sonhos e construindo a Cidadania”, foi direcionado para meninas que completam 15 anos em 2023, e que as famílias estejam inscritas no Cadastro Único. Entre outros critérios utilizados pela Secretaria Municipal de Assistência Social para que as meninas participassem do projeto estão: estar matriculada na escola e possuir carteira vacinal completa.

O Baile de Debutantes é a parte final do projeto “15 Anos Solidário”, que teve a realização de oficinas com temas relacionados à valorização da autoestima, superação de paradigmas e empoderamento da mulher, oportunizando a convivência social, valorização juvenil, difusão e valorização cultural, e transformação social, além de rodas de conversa sobre comunicação não violenta, inteligência emocional e saúde mental, alimentação saudável, saúde da mulher e superexposição em redes sociais e suas consequências.

Para a participação no Baile de Debutantes, as jovens tiveram que ter ao menos 75% de presença nas atividades propostas, além de elaborar uma redação relacionada ao tema do projeto em consonância com o conhecimento adquirido nas rodas de conversa e oficinas, ao fim do projeto.

A secretária Grasi Bugalho, da Setasc, presente no evento, representando a primeira-dama Virginia Mendes, falou sobre a alegria de participar de um momento tão especial na vida das debutantes.

“Esse projeto é maravilhoso e a Secretaria Municipal de Assistência Social convidou a primeira-dama Virginia Mendes para ser madrinha do projeto e ela aceitou, e a Setasc se envolveu no processo, e em apoio ao município nós estamos aqui para realizar o fechamento com essa linda festa. Então, estou aqui para agradecer a Secretaria Municipal em nome da primeira-dama Virginia Mendes, e agradecer a cada servidor da Setasc que trabalhou para que esse evento acontecesse. E o parabéns especial a cada uma das debutantes, que Deus as abençoe e que possam fazer a diferença na vida de suas famílias“, disse.

Foto: João Reis

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Para o secretário da Casa Civil, Fábio Garcia, essa é a oportunidade que o Governo do Estado tem, por meio da Setasc, e com a liderança da primeira-dama Virginia Mendes, de realizar sonhos.

“A vida é feita de momentos muito especiais e estamos aqui para oferecer para essas meninas esse momento tão especial, de ter uma festa de debutante, marcante na vida de toda jovem. E, poder participar desses momentos que serão lembrados por toda a família, realmente é uma alegria, é participar da realização de um sonho”, completou

A secretária municipal de Assistência Social, Gonçalina Santana, agradeceu o apoio tanto da primeira-dama Virginia Mendes quanto da secretária Grasi Bugalho, por meio da Setasc.

“Sem a ajuda da primeira-dama e da Setasc nós não conseguiríamos fazer esse evento, desta grandiosidade, tão lindo e tão mágico. Eu estou muito feliz, muito agradecida à primeira dama Virgínia, a secretária Grasielle Bugalho, ao nosso prefeito, ao nosso vice prefeito que ficou o tempo todo nos acompanhando, nos dando força a equipe da Assistência Social aqui de Nossa Senhora do Livramento”, ressaltou.

O vice-prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Thiago Almeida, também agradeceu ao apoio recebido pelo Governo do Estado e, principalmente, da primeira-dama Virginia Mendes.

“Nós somos agraciados por ter a Virgínia Mendes como nossa madrinha e o total apoio da Setasc e da Unaf, e dos órgãos do governo do Estado para a realização desse lindo projeto. Podemos dizer que este é um dos maiores eventos que Livramento já teve. Ficará na história”, pontuou.

O prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Silmar Gonçalves de Souza, esteve presente no evento acompanhado pela primeira-dama do município Marli Venson, e agradeceu a toda a equipe do Governo do Estado que tornou possível a realização do evento.

“Só posso agradecer a todos pela realização deste sonho, pelo empenho e pela dedicação para realizar o sonho dessas garotas maravilhosas. Que Deus as abençoe e que Nossa Senhora do Livramento estenda seu manto sagrado sobre todos vocês e suas famílias. Muita paz, muita saúde e sucesso na vida de vocês”, concluiu.

Para os pais das debutantes, a ação realizada pela Secretaria Municipal, com o apoio da Setasc e da primeira-dama Virginia Mendes, foi um presente não só para as debutantes, mas para toda a família.

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Para o casal Tatiane Veloso e Emerson Salles de Arruda, pais da Emilly Vitória, a ação realizada pela Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento, com o apoio do Governo de Mato Grosso é gratificante e emocionante.

“Desde o começo está tudo maravilhoso. Eu acompanhei ela desde o começo, desde que nasceu o projeto até agora. Nòs somos da zona rural e foi muito bom para nós da comunidade. Foi muito bom para as meninas e espero que continue. Eu não tive uma festa de 15 anos, então só de ver isso tudo aqui, já é muito emocionante. É a realização de um sonho dela e de toda a família”, enfatizou.

Foto: João Reis

Emocionada, Emilly Vitória falou sobre o sonho de ter uma festa de 15 anos, e que não pode realizar, mas que agora estava realizando. “Eu estou muito feliz, estou até com vontade de chorar. Foi tudo muito bom, as oficinas foram ótimas, e aqui está mais lindo ainda. Muito obrigada, primeira-dama Virginia, por realizar esse sonho. Estou muito, muito feliz”, afirmou.

O senhor José Roberto da Costa, pai da debutante Joana, ressaltou que o evento estava maravilhoso e que todos estavam de parabéns pela realização da festa.

“To muito emocionado, porque nós nunca ganhamos um aniversário dessa forma. Os pais e as mães sempre querem fazer, mas na hora não consegue. Então estamos muito agradecidos e estão todos de parabéns”, disse.

Foto: João Reis
Para a esposa do José Roberto, Juliene Marciel de Oliviera, o projeto está de parabéns. “Eu acompanhei desde o começo. Estou muito feliz por ela estar ganhando uma festa de 15 anos. Toda mãe sonha em poder dar uma festa assim para a filha. O coração está cheio de alegria”, completou.

Também estiveram presentes no evento a secretária-adjunta de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva (Sacis) da Setasc, Marilene Marchese; o comandante do Grupamento Especial de Fronteira da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), tenente coronel Manoel Bugalho Neto; a presidente da Câmara dos Vereadores de Nossa Senhora do Livramento, Leila Lúcia Martins de Mello, além de outros secretários municipais, vereadores, e servidores da Setasc e Unaf.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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