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Galeria de Artes Lava Pés recebe nova exposição nesta terça-feira (05)

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A exposição “Os netos de D. Maria Apolônia – Memória e arte pelos olhos de uma família de artistas cuiabanos” será lançada nesta terça-feira (05.12), às 19h, na Galeria de Artes Lava Pés, em Cuiabá. A mostra foi selecionada no Edital Viver Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e reúne trabalhos dos artistas cuiabanos Neide Silva, Sebastião Silva, Júlio César e Wender Carlos.

A mostra tem entrada gratuita e fica aberta ao público até 30 de dezembro. A parceria dos artistas, que são da mesma família, é também uma homenagem à avó deles, Dona Maria Apolônia, conhecida como Dona Bugra, benzedeira e raizeira. Ela era uma mulher simples, descendente de indígenas, que amava a natureza e conhecia o poder curativo das plantas.

“Nossa avó era analfabeta, não tinha estudo, mas trazia consigo a força da oralidade. Gostava de acolher os netos, fazer os bolos preferidos, reunir a turma para contar histórias. Se decidimos abraçar a arte, certamente ela nos influenciou”, afirma a artista plástica Neide Silva.

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Exposição ‘Os netos de D. Maria Apolônia, projeto selecionado no Edital Viver Cultura
Créditos: Divulgação

Composta por telas e instalações, a exposição é resultado do intercâmbio criativo e troca de memórias familiares dos quatro artistas cuiabanos, que trazem obras com temáticas relativas à identidade, natureza, raízes culturais, tradições, memórias e pertencimento.

O edital Viver Cultura contou com R$ 10 milhões para fomentar a criação e o desenvolvimento de experiências artístico-culturais, práticas, vivências culturais, ações formativas, atividades de livre demanda, circulação, festivais, mostras e exposições. Ao todo, foram selecionados 266 projetos, que apresentam a diversidade cultural do Estado.

Serviço
Abertura da exposição Os netos de D. Maria Apolônia – Memória e arte pelos olhos de uma família de artistas cuiabanos

Data: Terça-feira (05.12)
Horário: Às 19h
Local: Galeria de Artes Lava Pés (piso térreo da Secel) – Avenida José Monteiro de Figueiredo, 510, bairro Duque de Caxias, Cuiabá-MT
Visitação: 06 a 30 de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 14h às 18h
Entrada: gratuita

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Exposição ‘Os netos de D. Maria Apolônia, na Galeria de Artes Lava Pés
Créditos: Secel/MT
Exposição ‘Os netos de D. Maria Apolônia, na Galeria de Artes Lava Pés
Créditos: Secel/MT
Exposição ‘Os netos de D. Maria Apolônia, projeto selecionado no Edital Viver Cultura
Créditos: Divulgação
Exposição ‘Os netos de D. Maria Apolônia, projeto selecionado no Edital Viver Cultura
Créditos: Divulgação
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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