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Sem energia há 3 dias, deputado de MT reclama de prejuízos em fazenda

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Deputado estadual Gilberto Cattani (PL) utilizou as redes sociais para reclamar da queda de energia que afeta sua propriedade e outros moradores do assentamento Pontal do Marape, em Nova Mutum (242,2 km de Cuiabá). Com críticas a concessionária Energisa, ele aponta que o problema já persiste há 3 dias por conta da queda das chaves elétricas de um poste, que sustenta o abastecimento da comunidade.

O parlamentar, que também é produtor de leite, reclamou dos prejuízos que a falta de energia tem causado as suas atividades comerciais. Ao final, ainda lembrou que apresentou um projeto de Lei para obrigar que a Energisa cedesse um funcionário fixo para cada comunidade. A prosta, contudo, foi vetada pelo governo.

“Fizemos um projeto de lei em que obrigavamos a Energisa a colocar um funcionário para fazer a manutenção em zonas rurais. A proposta passou por todas comissões, foi aprovada em plenário em duas votações, porém foi vetada pelo Governo e novamente vetada pela ALMT, que não derrubou o veto. A nossa luta não irá parar. Vamos continuar lutando para que este absurdo seja corrigido”, disse.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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