MATO GROSSO
Artigos sobre trabalho de assistência social em MT são publicados em revista nacional
MATO GROSSO
A revista se apresenta como relevante estratégia de pesquisa, aprofundamento teórico, investigação científica, sistematização técnica e compartilhamento de práticas de trabalhadores e trabalhadoras do Sistema Única de Assistência Social (SUAS).
A secretária de Assistência Social, Grasi Bugalho, afirmou que os artigos refletem o resultado do trabalho que vem sendo desenvolvido para melhor execução do SUAS no Estado.
“Esses artigos nada mais são do que o reflexo das boas práticas e do trabalho que está sendo realizado pelos servidores da Setasc, envolvidos no aprimoramento das políticas do SUAS, e na melhor executa desta no nosso Estado. Então, é uma honra fazer parte de todo esse processo e ter essas duas publicações em uma revista tão renomada, considerada patrimônio do Fonseas”, ressaltou Grasi.
O artigo intitulado “Educação Permanente em Mato Grosso: aprimoramento dos processos de trabalho e das práticas profissionais a partir da supervisão técnica em gestão estadual do SUAS”, teve como objetivo apresentar os resultados decorrentes da execução da Supervisão Técnica em Gestão Estadual do SUAS.
Segundo a secretária adjunta de Assistência Social, Leicy Vitório, este artigo vem como uma reflexão e reorganização dos fluxos e procedimentos de trabalho em equipe dos municípios. Consequentemente, visando aprimoramento da gestão no que se refere à competência e responsabilidade do Estado em apoiar tecnicamente e financeiramente os municípios na implantação e organização dos serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais.
“As capacitações tem se revelado uma estratégia eficaz para qualificar e aprimorar a oferta de apoio técnico do Estado aos municípios. Os resultados alcançados, somados ao compromisso contínuo da gestão estadual em buscar melhorias, através da capacitação do seu quadro de servidores, refletem o empenho da Setasc e o SUAS em Mato Grosso”, declarou a secretária adjunta Leicy.
Já o segundo artigo publicado “A Utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICS) nas Ações de Apoio Técnico e Educação Permanente do Sistema Único de Assistência Social de Mato Grosso”, aponta o processo de desenvolvimento profissional dos trabalhadores do SUAS, diante da pandemia de Covid-19.
A partir das recomendações dos organismos sanitários e legislações emitidas no âmbito federal e estadual, nos anos de 2020 e 2021, a Saas/Setasc definiu a suspensão das ações e dos atendimentos presenciais. Diante da conjuntura, as ações e estratégias de apoio técnico foram realizadas de maneira remota, em plataformas digitais.
“Com a premissa da continuidade na oferta de apoio técnico aos municípios, dialogamos com o setor de Tecnologia da Informação, para buscar estratégias de aproximação para os municípios através da utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs). Priorizamos a oferta de ações e de apoio técnico não presencial, assessorando tecnicamente as gestões municipais através das plataformas digitais, por meio de lives e videoconferências, em destaque a criação do Canal do YouTube Setasc Comunica. E ainda seguimos com este trabalho, porque sabemos da sua importância e relevância para os profissionais”, destacou Leicy.
Os artigos publicados foram escritos pelas secretárias Grasi Bugalho e Leicy Vitório e pelas servidoras Sheila Gomes, Cristina Saito, Lenyze Grecco e Luciana Trugillo. A revista Gestão Social ainda conta com artigos de opinião e outros relatos de experiências estaduais sobre transferência de renda, proteção social, interlocução do SUAS com a Segurança Alimentar e Nutricional, desenvolvimento social, proteção social básica, primeira infância entre outras análises relevantes para o SUAS no cenário atual.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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