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Rotam prende três homens por tráfico e apreende pés de maconha em Alto Taquari

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam três homens, com idades entre 18 e 21 anos, por cultivo e tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (24.01), em Alto Taquari. Na ação foram apreendidos quatro vasos de plantação de maconha.

Durante patrulhamento pelo bairro Morada da Praia, por volta de 19h, a equipe da Rotam abordou um homem que estava saindo de uma residência e encontrou com ele uma porção de substância análoga a maconha.

No momento da abordagem, a Rotam visualizou mais dois homens em suspeita, dentro da casa. Eles também foram abordados e revistados, momento em que os policiais sentiram um forte odor característico de entorpecentes vindo do interior do imóvel.

Questionados pela PM, os suspeitos afirmaram que vendiam e faziam cultivo de drogas no local. Em buscas pela residência, os militares encontraram uma estufa contendo quatro vasos grandes com plantação de maconha.

Os suspeitos receberam voz de prisão em flagrante e foram conduzidos para a Delegacia de Alto Taquari, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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