MATO GROSSO
Seduc-MT amplia parceria com prefeituras para oferecer aulas de inglês nas escolas municipais
MATO GROSSO
As novas cidades que passaram a integrar o programa Mais Inglês MT foram selecionadas com base nas menores rendas per capita do estado.
Na avaliação do secretário de Estado de Educação, Alan Porto, oferecer o ensino da língua inglesa também na rede municipal traz resultados sociais e econômicos a médio e longo prazo. “Vamos além do conhecimento e dos saberes, investindo em projetos de vida. Dessa forma, teremos futuramente mais pessoas preparadas para atender o trade turístico e também o agronegócio”, disse.
Desde a implantação do Mais Inglês MT na rede estadual, em 2022, a Seduc adotou métodos de avaliação já planejando implementar o ensino nas redes municipais. “Isso não apenas prepara os estudantes do 1º ao 5º ano para o formato de avaliação utilizado na rede estadual, mas também os ajuda a se familiarizar com o sistema desde as primeiras séries. Afinal, a partir do 6º ano as escolas estaduais querem recebê-los ainda mais preparados”.
Futuramente o Mais Inglês MT abrirá outras possibilidades aos estudantes das redes municipais que vão além da sala de aula, como o Intercâmbio MT no Mundo.
Nesse programa, pelo segundo ano consecutivo, um grupo de 100 estudantes e professores de Língua Inglesa representando as 14 Diretorias Regionais de Educação (DREs) passará 21 dias na Inglaterra para praticar o idioma e ter novas experiências culturais. “Essa parceria com os municípios contribui com o sonho dessas crianças, de um dia conhecer e interagir em um país tão rico culturalmente e já chegarão à rede estadual para o 6º ano com grandes perspectivas”, disse o secretário.
A plataforma
O programa, que faz parte da Plataforma Mais Inglês, proporciona aos estudantes acesso a conteúdos interativos e personalizados, de acordo com cada nível de proficiência e aprendizagem. Para tornar o momento de estudo mais dinâmico, o sistema oferece jogos, vídeos e exercícios diferenciados.
Equipada com um conjunto abrangente de características adaptadas às necessidades de aprendizagem, a Plataforma Mais Inglês se destaca em várias frentes com sistema de reconhecimento de voz, ajuste de fontes, funcionalidade de áudio acompanhante, controle de velocidade de áudio, além de corretores ortográficos e gramaticais que auxiliam na correção de erros comuns.
Na rede estadual de ensino, todas as 647 escolas já contam com o Mais Inglês e também participam da seleção de professores e estudantes para o Programa de Intercâmbio MT no Mundo.
Novos municípios contemplados
Por meio do regime de colaboração, os seguintes municípios passaram a contar com o Programa Mais Inglês MT nas escolas: Carlinda, Nova Bandeirantes, Porto Alegre do Norte, Vale de São Domingos, Vila Bela da Santíssima Trindade, Itiquira, São Pedro da Cipa, Colíder, Ipiranga do Norte, Campo Novo do Parecis, Acorizal, Jangada, Apiacás, Nova Monte Verde, Água Boa, Araguaiana, Campinápolis, General Carneiro, Nova Nazaré, Nova Xavantina, Pontal do Araguaia, Ribeirãozinho, Cáceres, Glória d’Oeste, Indiavaí, Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal, Salto do Céu, Alto Boa Vista, Bom Jesus do Araguaia, Canabrava do Norte, Luciara, Novo Santo Antônio, Santa Terezinha, Serra Nova Dourada, Vila Rica, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Alto Paraguai, Arenápolis, Nortelândia, Nova Maringá, Rosário Oeste, Castanheira, Colniza, Cotriguaçu, Juína, Juruena, Novo Horizonte do Norte, Guarantã do Norte, Matupá, Peixoto de Azevedo, Terra Nova do Norte, Conquista d’Oeste, Figueirópolis d’Oeste, Alto Garças, Alto Taquari, Araguainha, Guiratinga, Juscimeira, São José do Povo, Itaúba, Lucas do Rio Verde, União do Sul, Porto Estrela, Nossa Senhora do Livramento e Poconé.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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