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MT Escola de Teatro forma 40 novos profissionais nesta sexta-feira (15) em Cuiabá

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Com sete anos de atuação em Mato Grosso, a MT Escola de Teatro forma mais uma turma de alunos nesta sexta-feira (15.03), às 19h, no Cine Teatro Cuiabá. Serão 40 novos profissionais graduados no curso superior de Tecnologia em Teatro, oferecido gratuitamente pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) e Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

Entre os formandos está Amarílis França, atriz que vem marcando presença em produções audiovisuais mato-grossenses desde 2016. “Este é um momento muito esperado para todos os alunos. São muitas vivências e experiências dentro da MT Escola, de um aprofundamento desse fazer teatral coletivo. Eu fiz o curso com ênfase em atuação, mas a MT Escola proporcionou uma visão mais ampla, que me permite enxergar diversas possibilidades de criação e de desenvolvimento. Acredito que vai ser uma leva de profissionais que vão fazer diferença e mexer com o mercado do teatro em Mato Grosso de uma maneira muito positiva”.

A MT Escola de Teatro é o maior projeto de artes cênicas de Mato Grosso, e oferece o curso de graduação com certificado de tecnólogo para as áreas de atuação, cenografia e figurino, direção, iluminação, sonoplastia, dramaturgia e produção cultural. O diploma de ensino superior é conquistado após quatro módulos semestrais, ou dois anos de estudo. Além do curso superior, a instituição também oferece capacitações de curta duração, voltadas para quem busca conhecimentos complementares na área do teatro.

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A artista Shirley Nascimento, com mais de 15 anos no mercado da música, também irá colar grau nesta sexta-feira. Ela escolheu estudar teatro com ênfase em sonoplastia. Para ela, a graduação será um marco, que representa uma grande conquista após outras tentativas de se formar em um curso superior. “Minha expectativa é muito grande, estou muito feliz com essa formação, pois tentei fazer faculdade antes, mas não consegui terminar. Tive uma filha nesse período, levava ela junto comigo para as aulas, me esforcei muito para concluir o curso de teatro. Sou cantora e trancista. A música é uma arte que amo muito, e por isso eu quis fazer sonoplastia”.

Em Cuiabá, a MT Escola de Teatro tem a maior parte da carga horária ministrada no Cine Teatro Cuiabá, com gestão do curso feita em parceria com a Associação Cultural Cena Onze. No espaço, os estudantes também promovem anualmente uma mostra de artes cênicas, onde colocam o conteúdo em prática durante apresentação de espetáculos ao público.

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Atualmente, são 80 alunos matriculados, sendo 50 estudantes no polo Cuiabá e 30 em Cáceres. Desde sua criação, em novembro de 2016, a MT Escola de Teatro já formou 150 profissionais das artes cênicas, que atuam tanto em Mato Grosso como em outros Estados em projetos de teatro, cinema, televisão e docência.

“A MT Escola de Teatro é uma política pública que pensa o desenvolvimento das artes, na medida em que oferece formação para todos que atuam ou se interessam em trabalhar com o teatro. É um projeto que começou há sete anos e que vem transformando profundamente a realidade da rede produtiva das artes cênicas de Mato Grosso. E isso se apresenta nos profissionais que estão atuando nos palcos, realizando espetáculos, produzindo, formando público, construindo projetos, sendo vistos e emocionando tantas plateias”, destaca o secretário-adjunto de Cultura da Secel, Jan Moura.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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