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Campanha em unidades prisionais de MT incentiva reeducandos a retomarem estudos

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O Governo de Mato Grosso lançou, nesta terça-feira (26.03), a campanha Dia D – Educação é o Caminho que Liberta, realizada na Penitenciária Central do Estado, no Bairro Distrito Industrial, em Cuiabá. A solenidade ocorreu de forma simultânea nos Centros de Atendimento Socioeducativo de Mato Grosso.

A ação é uma parceria entre o Governo de Mato Grosso, Tribunal de Justiça, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública Estadual e Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Mato Grosso, com objetivo de ampliar o número de reeducandos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), nas turmas de Ensino Fundamental I e II, nos presídios, cadeias públicas e centros de ressocialização. 

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, assegurou que a parceria oportuniza aos reeducandos a continuidade da formação educacional mesmo estando em regime de privação de liberdade. Ao final, além de receberem os certificados de conclusão do ensino, eles terão diminuído parte das suas penas, conforme regulamenta a legislação vigente. 

As aulas ocorrem nas salas anexas às penitenciárias e centros de ressocialização, em 36 das 40 unidades do sistema prisional. Neste ano letivo de 2024, já são mais de 2.800 estudantes matriculados e a meta é ultrapassar as 3 mil matrículas nos próximos dias. 

“Nosso objetivo é trabalhar para que o reeducando tenha mais oportunidade quando se reintegrar à sociedade e o caminho para isso é pela educação. O Governo do Estado vem investindo em material pedagógico, formação de professores e na infraestrutura dessas salas de aula”, destacou o secretário de Educação.

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O desembargador Orlando Perri, que lidera o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF/MT), agradeceu a parceria com a Seduc ressaltando que a educação contribui para a construção de uma sociedade melhor.

“O Governo do Estado está dando mais dignidade ao sistema socioeducativo, aumentando salas de aula para os reeducandos. Sou a favor que o detento tenha uma chance ao sair daqui. No entanto, sem qualificação, as chances serão menores. Então, o nosso objetivo é capacitar todos eles e lhes dar uma oportunidade de emprego lá fora”, completou Perri.

“Nosso objetivo é trabalhar para que o reeducando tenha mais oportunidade quando se reintegrar à sociedade”, disse Alan Porto

Por meio de uma parceria firmada com o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), a Seduc irá ofertar o curso de formação inicial e continuada de pintor de obras imobiliárias, com 200 horas de duração. A capacitação será destinada aos reeducandos da Penitenciária Central do Estado e do Presídio Feminino Ana Maria do Couto, com cinco turmas de 30 pessoas em cada uma delas.

O secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Roveri, afirmou que a parceria entre as instituições e a Seduc reforça o compromisso do Governo de Mato Grosso com a educação dos reeducandos. 

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“Essa somatória de esforços é uma parceria importante para que esses reeducandos tenham a oportunidade de retornar ao seio social com um estudo, uma qualidade, para que possam ser inseridos no mercado de trabalho. Essa também é uma determinação do governador Mauro Mendes, que tem uma atenção especial com o sistema penitenciário, que tem em Mato Grosso uma das unidades mais modernas do país”, destacou.

A defensora-geral do Estado, Luziane Castro, que também participou do lançamento da campanha, ressaltou a parceria da Defensoria e afirmou que a instituição buscará incentivar os reeducandos e “fazê-los entender a importância da educação ser um caminho efetivo de transformação”.

Investimento em educação

Em fevereiro deste ano, a Seduc entregou 107 Smart TVs de 65 polegadas para equipar salas de aulas das unidades prisionais. De acordo com o secretário de Educação, Alan Porto, o uso das Smart TVs, associado aos livros do Sistema Estruturado de Ensino, vai melhorar significativamente o processo de ensino e aprendizagem.

Os centros de atendimento socioeducativo também mantêm parcerias com outras instituições para a oferta de ensino nas unidades prisionais. Atualmente, são 108 salas presenciais, com 532 reeducandos entre ensino regular, curso profissionalizante e ensino superior. 

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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