MATO GROSSO
Unidade da Sema em Cáceres recebe novo equipamento para medir qualidade da água
MATO GROSSO
De acordo com o superintendente de Recursos Hídricos da Sema-MT, Luiz Noquelli, o objetivo da ação é instrumentalizar todas as unidades regionais da Pasta para que promovam, cada vez mais, uma resposta rápida para a sociedade.
“Nosso objetivo é capacitar e dotar de equipamentos todas as unidades desconcentradas da Sema para que, em episódios agudos de poluição, mortandade de peixes ou de contaminação por indústrias, por exemplo, possam dar uma resposta mais rápida para a sociedade”, declarou.
Além do novo aparelho, os servidores da DUD de Cáceres passaram por capacitação para o uso da sonda, bem como para a coleta de amostras de água e resíduos descartados no meio ambiente na forma de líquidos ou gases (efluentes). O curso teve duração de cinco horas, com aulas práticas de coleta em um córrego da região, e também foi estendido para servidores da Prefeitura de Cáceres e profissionais que atuam nos Comitês de Bacias Hidrográficas.
“A capacitação teve como foco a coleta de água e efluentes e, principalmente, o atendimento de denúncias de poluição de mortandade de peixes, a fim de preparar os servidores e demais envolvidos para o atendimento de incidentes e eventos decorrentes de poluição dos recursos hídricos”, afirmou o coordenador de Monitoramento da Água e do Ar da Sema-MT, Sérgio Batista de Figueiredo.
Todas as Unidades Desconcentradas da Sema-MT, ao todo nove, receberão os equipamentos e passarão pela capacitação. Conforme o cronograma, as próximas regionais a receberem a ação serão as instaladas em Rondonópolis e Barra do Garças.
Para a superintendente de Gestão da Desconcentração e Descentralização (SGDD/Sema), Helen Farias Ferreira, essas ações fortalecem a atuação da secretaria no interior do Estado.
“É muito importante que esses equipamentos e essas capacitações nas unidades desconcentradas aconteçam, porque fortalecem a atuação da Sema-MT no interior de Mato Grosso. Normalmente, as DUDs realizam os primeiros atendimentos. Se ocorrer um acidente com algum animal silvestre, as unidades estão ali para atender e ajudar a biodiversidade; alguma contaminação de córregos, são elas que prestam todo o apoio à sede da Pasta, em Cuiabá”, comentou.![]()
Divulgação Sema-MT.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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