Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

1.009 consumidores mato-grossenses são sorteados no Nota MT

Publicados

MATO GROSSO

A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz MT) realizou, nesta quinta-feira (09.05), o 72º sorteio do Nota MT, programa do Governo do Estado de incentivo à cidadania fiscal. No total, 1.009 consumidores que fizeram compras com CPF na nota em abril foram premiados.

Dos valores sorteados, os de R$ 100 mil – maior premiação do Nota MT – saíram para moradoras de Cuiabá. Também foram distribuídos três prêmios de R$ 50 mil, cinco de R$ 10 mil e mil de R$ 500, totalizando 1.010 prêmios.

Três moradores de Várzea Grande e Cuiabá foram contemplados com as premiações de R$ 50 mil. Os prêmios de R$ 10 mil foram para consumidores de Barra do Bugres, Rondonópolis, Jaciara, Juara e Brasnorte, no interior do estado. Dentre os ganhadores de R$ 500, uma pessoa vai receber R$ 1.000 por ter sido contemplada duas vezes, com bilhetes diferentes.

O secretário adjunto de Projetos Estratégicos da Secretaria de Fazenda, Vinícius Simioni, conduziu o sorteio e destacou a importância do Nota MT para todos os municípios. Ele enfatizou que a conscientização fiscal, com a exigência do documento fiscal, contribui para um ambiente de negócios mais justo e competitivo, combatendo a sonegação fiscal e incentivando a formalização das empresas.

Leia Também:  Criança liga trator esteira e atinge residência em Sorriso

“Pedir o CPF na nota garante um ambiente de negócios mais justo, com benefícios para todos, inclusive para os municípios. O Nota MT fortalece o comércio local, impulsionando a geração de empregos e a economia municipal, além de trazer as empresas para a formalidade. Por isso, convidamos todos, especialmente os do interior, a aderirem e participarem ativamente!”, ressaltou o secretário adjunto.

O sorteio realizado nesta quinta-feira (09.05) também contemplou 257 entidades sociais que foram indicadas pelos sorteados. Cada instituição vai receber o equivalente a 20% do valor do prêmio da pessoa que a tiver indicado.

O resultado do sorteio foi divulgado durante transmissão ao vivo realizada pela Secretaria de Fazenda em suas redes sociais. A lista completa dos ganhadores está disponível no site e aplicativo do Nota MT.

Auditoria

Para garantir a transparência em cada sorteio, a Controladoria Geral do Estado (CGE) atua como parceira, acompanhando de perto os sorteios e realizando auditoria em todo o processo.

Neste sorteio, referente ao mês de abril, acompanharam os procedimentos os auditores Jonathas Eide Fujii e Márcio Costa. De acordo com Jonathas, a CGE participa no Nota MT justamente para garantir confiabilidade dos concursos e analisa dados, rotinas computacionais e procedimentos operacionais.

Leia Também:  Motociclista morre ao colidir na traseira de carreta estacionada

“Auditamos o algoritmo, a seleção dos dados (bilhetes) e repetimos todo o processo em uma terceira etapa, garantindo a lisura do sorteio”, detalhou Jonathas, explicando que esse processo é realizado em momento posterior ao sorteio. Após a auditoria, o sorteio é homologado e a Sefaz inicia os procedimentos para pagamento dos prêmios.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Bombeiros socorrem homem que caiu de telhado de 3 metros de altura

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Criança liga trator esteira e atinge residência em Sorriso

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA