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Curso de técnico em enfermagem é concluído com 100% dos estudantes empregados na área

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) realizou a formatura de 61 alunos da Escola Técnica Estadual de Sinop. Durante a solenidade, realizada na terça-feira (09.07), foram entregues os diplomas para os novos profissionais das áreas de Agropecuária, Enfermagem, Edificações e Logística.

Um dos destaques da cerimônia foi a turma de técnico em enfermagem, que concluiu o curso com todos os 22 estudantes já inseridos no mercado de trabalho.

“O curso já está transformando minha vida. Agora me vejo na profissão de enfermagem. Quando você se abre e agarra novas oportunidades, como esta foi para mim, as dificuldades parecem menores. Na realidade, você corre atrás, como eu corri, e dá o seu melhor. Hoje, já tenho uma vaga no hospital e estou muito feliz com isso”, afirmou a recém-formada no curso de técnico de enfermagem a Jessica Nunes Dutra Ferreira.

O formando no curso de técnico em agropecuária, Luiz Carlos Blacheque, buscou no curso uma oportunidade de crescimento profissional.

“Esta formação vai me trazer mais oportunidades e melhorar o meu currículo. Espero contribuir com o agro que vem transformando o Brasil”, disse.

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O secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Allan Kardec, destacou o compromisso do Governo de Mato Grosso com a qualificação profissional para oferecer profissionais capacitados para o mercado.

“É com grande orgulho que celebramos mais uma formatura dos nossos cursos técnicos. Estou certo de que a equipe da Escola Técnica Estadual de Sinop proporcionou a melhor formação possível aos estudantes, que agora ingressam no mercado de trabalho como excelentes profissionais formados pela Seciteci. Nossa Secretaria vive um novo momento, dedicando-se a formar profissionais competentes e preparados para atuar em qualquer lugar do Brasil”, garantiu o secretário.

O secretário adjunto de Educação Profissional e Superior, Dimorvan Brescancim, enfatizou a importância de capacitações como essa para o desenvolvimento do Estado.

“São quatro áreas extremamente importantes para o desenvolvimento de Mato Grosso. Hoje, nós temos no Estado uma carência muito grande de mão de obra, principalmente qualificada. Os novos técnicos vão preencher essas lacunas que o mercado de trabalho cria e muitas vezes não possui profissionais preparados para desenvolver essas atividades”, afirmou.

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Vocacionada na área de energias renováveis, a Escola Técnica Estadual de Sinop oferece, além dos cursos mencionados, outros dois na área de Biocombustíveis e Sistemas de Energias Renováveis.

*Com supervisão de Cayron Fraga

Fonte: Governo MT – MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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