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Calor causa mal-estar, abstenção passou de 50% no Enem dos Concursos

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Com temperatura elevada, passando de 40 graus, candidatos ao ‘Enem dos Concursos’ relataram mal-estar durante a prova realizada ontem (18) devido à falta de ar-condicionado nas salas de uma faculdade, em Cuiabá. Mais de 50 mil candidatos se inscreveram para o exame em Mato Grosso, com 24,8 mil pessoas realizando a prova na capital.

A ministra de Inovação e Gestão, Esther Dweck, destacou, no balanço sobre o Concurso Nacional Unificado (CNU), que 1 milhão de pessoas participaram das provas no país, enquanto 2,1 milhões se inscreveram, resultando em uma abstenção de cerca de 52% a 53%. Não foram divulgados os dados por estado. Relatos nas redes sociais indicaram muitas cadeiras vazias nas salas de prova em várias cidades. Apesar disso, Dweck afirmou que as poucas intercorrências registradas, atingindo 0,2% dos locais, não comprometeram a realização do concurso. (G1/O Globo)

Confira aqui os cadernos de prova (G1)

Semana começa com onda de calor 

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) colocou MT sob aviso de perigo  associado a uma onda de calor nesta semana. Cuiabá pode registrar máximas de 40°C em mais de um dia na semana. As temperaturas vão subir muito em diversas cidades. O estado está em alerta amarelo devido ao calor e à baixa umidade que chega a apenas 14% (o recomendado é acima de 60%). Não há previsão de chuva e o sol será forte com poucas nuvens no céu. (Primeira Página)

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Antas e veados mortos foram encontrados por agentes do ICMBio em meio à seca severa e aos incêndios que atingem o Pantanal. O órgão tem atuado no monitoramento da fauna silvestre atingida. Os animais resgatados são levados para locais especializados no cuidado e na reabilitação. (G1)

Um corixo antrópico na Transpantaneira está sendo o único lugar de refúgio para os animais matarem a sede e se refrescar neste período de seca. O ponto de apoio  armazena água no período da chuva e também recebe água do subsolo captada por um poço tubular. (MPMT)

Juína, no Norte do estado, enfrentou uma situação oposta na última sexta-feira (16). Um temporal causou destruição, especialmente em uma área a 15 quilômetros do centro da cidade, onde casas foram destelhadas e fachadas completamente destruídas(MidiaJur)

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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