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Após empate do Cuiabá, técnico Bernardo Franco reconhece desempenho abaixo do esperado do time

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O Cuiabá empatou com em 0x0 com o Atlético-GO, somou um ponto na tabela do Brasileirão. A partida ocorreu na sexta-feira, no Antônio Accioly, em Goiânia, pela 30ª rodada do campeonato. Com o resultado, a equipe auriverde foi aos 27 pontos na tabela de classificação e ocupa o vice-rebaixamento da Série A.

Na próxima rodada, o time visita o Vasco, na quinta-feira, em jogo adiado da 19ª rodada. A partida será disputada em São Januário, às 18h (MT).

O resultado passou longe de ser o projetado pelo Cuiabá, com a necessidade de vencer para não se distanciar dos primeiros fora do Z-4.  Apesar disso, o técnico Bernardo Franco valorizou o ponto somado e garantiu que o time segue vivo na briga pela permanência.

“Sabíamos da importância de uma vitória, mas também sabíamos da dificuldade que é jogar aqui. Sob o comando do Louzer, a equipe deles tinha 75% de aproveitamento em casa, não enfrentamos qualquer um. Sabíamos também que eles viriam sem o peso e sem a responsabilidade pela declaração durante a semana (do presidente do Atlético-GO, Adson Batista). Fizemos um jogo abaixo das expectativas, mas somamos um ponto e continuamos vivos na luta. Depende ainda só de nós, temos um jogo atrasado dentro da competição e alguns confrontos diretos que precisamos vencer para reverter nossa situação”, disse o técnico.

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Questionado sobre o comprometimento dos jogadores nas partidas, Bernardo Franco defendeu o elenco e afirmou que o grupo está empenhado em alcançar o objetivo final.

“Vamos procurar olhar para esse jogo e entender o que faltou para a equipe se aproximar da vitória. A gente sabe que só três pontos vão melhorar nossa situação na tabela, mas ao mesmo tempo somamos. A gente continua acreditando nos atletas, pois sabemos do empenho e do caráter. Continuamos com as cobranças internas, como sempre são feitas, existe muita cobrança entre nós. Não falta vontade, não falta compromisso e dedicação para eles”.

Segundo o técnico, a prioridade é recuperar os jogadores o máximo possível para que a gente possa ver quem está em melhores condições e escolher os melhores jogadores para iniciar esse jogo.
“Que a gente possa fazer um jogo melhor do que hoje e que possamos pontuar. Hoje pontuamos e vamos para o jogo contra o Vasco com a mesma expectativa”, finaliza.
(Com informações GEMT)
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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