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Corpo de Bombeiros realiza mudanças no 5º Comando Regional e na 2ª Companhia de Cáceres

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) promoveu, nesta quinta-feira (05.12), a troca de comando da unidade do 5º Comando Regional Bombeiro Militar (CRBM V) e da 2ª Companhia Independente Bombeiro Militar (2ª CIBM). As trocas ocorreram durante solenidade militar de transmissão de cargos realizada em Cáceres (a 220 km de Cuiabá).

Assume o comando do 5º Comando Regional a tenente-coronel BM Sheila Sebalhos Santana, que substitui o major BM Leandro Jorge de Souza Alves. Já a 2ª Companhia passa a ser comandada pelo major BM Giovany Coelho Motti, em substituição à major BM Tamara Karoline Lopes Secotti.

A solenidade foi presidida pelo secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Augusto de Camargo Roveri; pelo comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra; pelo comandante-geral-adjunto e chefe do Estado-Maior, coronel BM Rony Robson Cruz Barros, além do Diretor operacional, coronel BM Heitor Fernandez da Luz. Também estiveram presentes políticos e autoridades da região.

Durante seu discurso, o secretário Roveri afirmou que as mudanças são importantes para reforçar as ações do Governo do Estado, que tem feito robustos investimentos na segurança pública para a compra de equipamentos, viaturas e armamento, a fim de melhorar as condições para os profissionais e, especialmente, para o atendimento ao cidadão.

“Sabemos da importância dessa região de fronteira e de todas as instituições aqui nessa região para proteger vidas, seja através de um socorro ou de um serviço policial, e o nosso papel, enquanto Secretaria de Segurança Pública, é dar condições para que os senhores possam atender o cidadão, que é isso que importa”, disse.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Glêdson, explicou que as trocas são previstas no planejamento estratégico da corporação e fazem parte de um ciclo de mudanças que visa ao fortalecimento da estrutura operacional e administrativa do CBMMT.

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Tanto os militares que deixam os cargos quanto os que assumem foram escolhidos com base em critérios de competência e experiência, de modo a promover a evolução do trabalho realizado pela corporação.

“Na nossa vida militar, essas mudanças são naturais. A gente costuma dizer que preparamos os nossos oficiais para assumir a instituição e fornecemos experiências e eles. Vocês recebem aqui uma coronel já experiente, que já passou por algumas funções importantes e estratégicas. Ela realmente vem para dar um olhar diferente e uma continuidade ao trabalho. Eu tenho certeza de que a mudança é positiva, não só para os oficiais, mas para toda a região. Os que saem vão em busca de novos desafios”, pontuou.

Em seu discurso de despedida e agradecimento, o major Leandro ressaltou todos os esforços envidados para melhorar o 5º Comando Regional, tanto em relação ao bem-estar da tropa e à preparação operacional dos militares quanto à integração com outras forças de segurança, Poderes Executivo,  Legislativo e Judiciário e com as lideranças comunitárias.

“Desde que assumi este Comando Regional, a integração sempre foi o nosso maior lema. Esse período de três anos foi corrido, sério, mas eficiente. Vocês foram incansáveis e vitoriosos em suas atribuições, dando diariamente o apoio e o incentivo para vencer todos os desafios. Sua lealdade e veneração jamais poderiam ser recompensadas, mas vocês fizeram todo o possível para construirmos juntos um comando sólido e vencedor”, disse.

O major reforçou ainda o empenho dos 87 bombeiros militares que compõem o Comando, bem como de parceiros civis que contribuíram para os projetos sociais e operacionais bem-sucedidos. Atualmente, o Comando Regional é composto pelas Companhias Independentes de Cáceres e Pontes e Lacerda, e atende aos municípios da região Oeste do Estado.

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“Os senhores contribuíram muito para a estruturação das nossas respostas, principalmente em incêndios florestais. Estruturamos brigadas de incêndio em vários municípios que atendemos. Quero ainda agradecer aos 87 valorosos bombeiros militares do Comando Regional, que desempenham, durante 24 horas por dia, a mais longa de todas as missões: proteger e salvar vidas”, afirmou.

Já a tenente-coronel Sheila, que assume o Comando, assegurou que vai manter a continuidade do trabalho já realizado e buscar ainda mais a integração entre as unidades, aprimorando os serviços prestados à população. Ela destacou a importância de fortalecer as ações de prevenção e socorro, além de investir na capacitação contínua dos militares.

“Vamos trabalhar em prol da população, de forma ininterrupta e exclusiva. Vamos focar em buscar uma maior aproximação com a população e parceiros, além de conscientizá-los para as questões preventivas, a fim de obter o êxito nesta gestão”, pontuou.

Em sua despedida do comando da companhia, a major Tamara reforçou a importância da união de esforços  para melhorar o serviço prestado e para aumentar a capacidade da unidade de atuar de forma integrada em diversas operações.

“A união de esforços é a chave para enfrentar os desafios que surgem em qualquer lugar, e na fronteira não é diferente. E os senhores sempre estiveram ao nosso lado, prontos para apoiar em qualquer missão. Cada resgate realizado não foi apenas um ato de serviço, mas uma demonstração de humanidade e empatia que nunca será esquecida pelas pessoas que ajudamos”, encerrou.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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