MATO GROSSO
Desenvolve MT expande acesso ao crédito e fomenta crescimento econômico em municípios de Mato Grosso
MATO GROSSO
A Agência de Fomento do Estado, a Desenvolve MT, encerra 2024 com um balanço positivo nas ações voltadas à liberação de crédito nos municípios de Mato Grosso. Ao todo, 69 cidades foram contempladas com financiamentos que somam mais de R$ 58 milhões, impactando diretamente mais de 700 empreendimentos, em diversas áreas econômicas.
Neste ano, a Agência atendeu a um expressivo número de empreendimentos em diversas regiões do Estado, destacando-se pela abrangência e impacto na economia local, fomentando o empreendedorismo e o crescimento regional.
As ações de crédito beneficiam especialmente os municípios de Cuiabá, Rondonópolis, Várzea Grande, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Alto Araguaia, Sinop, Primavera do Leste, Alta Floresta e Jaciara, que representam 75% do crédito concedido e figuraram entre os principais polos de desenvolvimento. Os dez municípios que lideraram o ranking de maiores valores de crédito liberados em 2024 somaram, juntos, cerca de R$ 50 milhões.
“A Desenvolve MT tem trabalhado de forma consistente para ampliar sua presença no interior do Estado, levando informações e oportunidades de crédito a um número cada vez maior de empreendedores, utilizando estratégias que envolvem visitas regulares às cidades, atendimentos personalizados e encontros com lideranças locais, e o desempenho alcançado pela Agência neste ano reforça a relevância do acesso ao financiamento como um instrumento estratégico para impulsionar o desenvolvimento econômico e fortalecer as economias locais”, destaca a presidente da Desenvolve MT, Mayran Beckman.
Essa abrangência é possível graças às parcerias firmadas com prefeituras e entidades representativas, como associações comerciais, sindicatos e CDLs, por meio de uma ampla rede de agentes de crédito que estão estrategicamente posicionados em 50 municípios mato-grossenses. Esses agentes são responsáveis por oferecer orientação gratuita aos empreendedores, desde o início do processo de solicitação de crédito até a finalização do financiamento.
Recorde de créditos
Em 2024, a Desenvolve MT alcançou um crescimento expressivo no volume de crédito liberado em comparação ao ano anterior. Enquanto em 2023 foram liberados R$ 38 milhões em financiamentos, em 2024 esse montante ultrapassou R$ 58 milhões, representando um aumento de aproximadamente 52%.
“Esse crescimento reflete o empenho da Agência em expandir as operações e atender um número maior de empreendedores em todo o estado, consolidando nosso papel para o desenvolvimento econômico de Mato Grosso”, afirma a presidente.
Entre as atribuições dos agentes de crédito estão a orientação sobre as linhas de crédito disponíveis, a realização de visitas técnicas, a conferência de documentos e o envio de propostas por meio do Portal do Crédito. Os agentes de crédito são a porta de entrada para os empreendedores locais, conectando as demandas regionais às soluções financeiras da Desenvolve MT.
Para a agente de crédito Silvany Santos, de Primavera do Leste, a Desenvolve MT tem sido um instrumento de transformação econômica e social. Ela destacou o impacto positivo dos créditos concedidos.
“É gratificante ver os resultados acontecendo e saber que meus clientes realizam seus sonhos. Essa parceria com os municípios só tende a crescer e ser reconhecida. Fico extremamente feliz em ver Primavera do Leste entre os 10 municípios que mais liberaram créditos no estado. Isso demonstra o crescimento da nossa cidade e o fortalecimento da economia local”, disse.
A meta da Desenvolve MT para os próximos anos é expandir sua atuação, alcançando ainda mais municípios e garantindo que os empreendedores de todas as regiões do Estado conheçam as oportunidades disponíveis. A disseminação do crédito é essencial para fomentar negócios, gerar empregos e contribuir para o desenvolvimento das cidades.
Linhas de crédito
A Desenvolve MT oferece diversas linhas de crédito voltadas para fomentar o desenvolvimento de Mato Grosso, atendendo às necessidades de diferentes públicos e setores. Entre as linhas disponíveis estão a Desenvolve Empresarial, linhas específicas para empreendedores jovens e mulheres, financiamento para turismo, transporte, inovação e o setor rural. Essas modalidades são projetadas para estimular o crescimento econômico em todo o estado.
Consulte as linhas de crédito no site desenvolve.mt.gov.br ou entre em contato pelo telefone (65) 3613-7900.
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
-
MATO GROSSO7 dias atrásSanidade, mercado e competitividade marcam Encontro Regional da Suinocultura no Show Safra
-
MATO GROSSO4 dias atrásDesequilíbrio de Poder e o Papel do Senado
-
MATO GROSSO4 dias atrásEmpresária de MT leva modelo de urbanismo de Primavera do Leste a debate internacional em São Paulo
-
MATO GROSSO3 dias atrásItaipava é a cerveja oficial da Turnê “Histórias” 2026
-
MATO GROSSO2 dias atrásJovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação