MATO GROSSO
Conselho de Consumidores discute oscilações de energia e prejuízos ao setor produtivo em Campo Verde
MATO GROSSO
O Conselho de Consumidores da Energisa Mato Grosso (CONCEEL-EMT) realizou, nesta quinta-feira (13), uma reunião em Campo Verde para tratar das constantes oscilações e quedas de energia registradas no município e na região. O encontro ocorreu na Escola Estadual Boa Esperança e reuniu produtores rurais, representantes de entidades do agronegócio, lideranças locais e moradores afetados.
Durante a reunião, produtores de algodão, granjas e pequenos agricultores relataram os prejuízos vultosos que vêm sofrendo devido à instabilidade no fornecimento de energia. Entre as principais reclamações estão danos a equipamentos, perdas produtivas e dificuldades para manter a regularidade das operações, especialmente em atividades que dependem de sistemas automatizados e refrigeração.
Outro ponto destacado foi a demora no atendimento via 0800 da concessionária de energia, o que tem ampliado os impactos negativos, já que muitos chamados permanecem sem retorno adequado ou com tempo de resposta considerado insuficiente pelos usuários.
“O CONCEEL-EMT tem o compromisso de atuar como ponte entre a sociedade e os órgãos responsáveis, buscando soluções urgentes e efetivas. Sabemos dos prejuízos que essas falhas causam e o nosso objetivo é garantir que essas demandas sejam tratadas com seriedade e que a qualidade do fornecimento de energia corresponda à importância econômica desta região”, destacou Benedito Paulo de Abreu, vice-presidente do CONCEEL-EMT.
Sobre o CONCEEL-EMT
O conselho tem como objetivo orientar, analisar e opinar sobre questões relacionadas ao fornecimento, às tarifas e à adequação dos serviços prestados ao consumidor final. O conselho não possui relação de subordinação com a distribuidora Energisa/MT e é composto por representantes das seguintes classes de consumo: residencial, comercial, industrial, rural e poder público.
MATO GROSSO
Moradores de Barão de Melgaço denunciam abandono de obras e cobram ações da Prefeitura
População relata problemas de infraestrutura, obras paralisadas e falta de respostas do poder público. Moradores afirmam que a situação tem afetado o dia a dia da cidade e pedem providências urgentes
Os moradores de Barão de Melgaço têm utilizado as redes sociais e grupos de mensagens para denunciar o que classificam como abandono de serviços públicos e falta de investimentos em áreas essenciais do município.
As reclamações envolvem principalmente a situação das ruas, problemas de infraestrutura e a paralisação de obras consideradas importantes para a população. Diante do cenário, cidadãos têm pedido mais atenção da administração municipal e cobrado respostas sobre os projetos que permanecem sem conclusão.
Entre as principais reclamações está uma obra relacionada à Estação de Tratamento de Água (ETA), que, segundo relatos de moradores, estaria abandonada após a interrupção dos trabalhos.
De acordo com as denúncias compartilhadas pela população, a empreiteira responsável pela execução teria deixado o local após supostos problemas envolvendo pagamentos. As informações, entretanto, ainda não foram oficialmente confirmadas pelas partes envolvidas.
Imagens divulgadas por moradores mostram estruturas inacabadas e áreas sem a conclusão dos serviços previstos, o que tem gerado preocupação sobre o abastecimento e a qualidade dos serviços oferecidos à população.
Críticas são direcionadas à gestão municipal
Grande parte das manifestações populares direciona críticas à atual prefeita de Barão de Melgaço, Margareth Gonçalves. Os moradores afirmam que a administração precisa apresentar esclarecimentos sobre as obras paradas e um cronograma para retomada dos serviços.
Nas redes sociais, internautas relatam dificuldades enfrentadas diariamente e cobram medidas que possam melhorar a infraestrutura urbana e garantir a continuidade dos projetos públicos.
Diante das denúncias, moradores defendem que a Prefeitura apresente informações detalhadas sobre a situação das obras e os motivos que teriam levado à paralisação dos trabalhos.
A população também pede maior transparência na aplicação dos recursos públicos e ações efetivas para resolver os problemas apontados. Até o momento, não houve manifestação pública oficial sobre as alegações citadas pelos moradores.
Enquanto aguardam respostas, os cidadãos seguem mobilizados e reforçam o pedido para que as demandas do município sejam tratadas com prioridade, diante dos impactos que a situação vem causando na rotina da comunidade.
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