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Banqueiro brasileiro listado na Forbes é achado morto ao lado da esposa em SP

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O empresário José Bezerra de Menezes Neto, o Binho Bezerra, foi encontrado morto neste sábado (9), ao lado da esposa em um condomínio em Guarujá, no litoral de São Paulo. Conforme apurado pelo g1, a Polícia Civil suspeita que as mortes foram causadas por um vazamento de gás.

O casal foi encontrado dentro de uma casa que faz parte de um condomínio fechado de residências na Praia do Iporanga. O g1 apurou junto à corporação que não havia sinais de violência nos corpos.

A Polícia Civil solicitou perícia ao local, e o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) também foi acionado para a ocorrência.

A reportagem apurou também que tanto o aquecedor da piscina quanto da casa são movidos a gás. Até a última atualização desta matéria, o caso estava sendo registrado na Delegacia de Polícia Sede da cidade.

g1 entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), que informou apurar o caso.

Binho Bezerra

Segundo publicação da revista Forbes em dezembro 2022, Binho Bezerra possuia um patrimônio avaliado em R$ 1,55 bilhão. Na época, ele foi listado como o 205º bilionário brasileiro.

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Binho Bezerra era integrante da terceira geração de controladores do BicBanco, hoje CCB Brasil, que foi vendido ao China Construction Bank por R$ 1,62 bilhão, em 2013.

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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

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A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

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“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

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Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

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