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Entenda o papel do analista ambiental na proteção do meio ambiente
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Com um papel cada vez mais fundamental na proteção do meio ambiente e na promoção do desenvolvimento sustentável, cabe aos analistas ambientais atuar no debate, formulação e planejamento estratégico das políticas nacionais voltadas para área, que serão implementadas por diferentes órgãos da administração pública. Recentemente, o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) publicou um edital de concurso público com 98 vagas para o cargo. As inscrições poderão ser feitas desta sexta-feira (30) até o dia 22 de novembro.

O último concurso para analistas do MMA foi autorizado em 2010, com resultado divulgado em 2011. Pela legislação, esse profissional é responsável, entre outras atividades, por trabalhar especialmente com regulação, controle, fiscalização, licenciamento e auditoria ambiental; monitoramento ambiental; gestão, proteção e controle da qualidade ambiental; ordenamento dos recursos florestais e pesqueiros; conservação dos ecossistemas e das espécies neles inseridas, incluindo seu manejo e proteção; e estímulo e difusão de tecnologias, informação e educação ambientais.
Mas, na prática, o que faz um analista ambiental? Para entender melhor a função, a Agência Brasil conversou com dois profissionais que trabalham no MMA para detalhar a rotina de trabalho.
O analista ambiental João Paulo Sotero explica que a função está inserida na carreira de especialista em meio ambiente e que o analista pode tanto trabalhar no MMA, quanto em órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), no Serviço Florestal Brasileiro, com as atribuições variando conforme a atuação de cada órgão.
“No caso do analista ambiental do Ministério do Meio Ambiente, o concurso tem a ver com a contribuição mais da formulação da política pública. Então, a gente atua aqui com a criação de normativos, de leis, de decretos. A gente atua aqui no financiamento da agenda ambiental. A gente atua aqui na gestão de colegiados. O mais famoso deles é o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama)”, explicou Sotero à Agência Brasil.
Ele lembra ainda que a carreira de especialista em meio ambiente comporta qualquer formação superior.
“A área ambiental é multidisciplinar, não é só de biólogos, agrônomos, engenheiros florestais. Você precisa trabalhar várias formações. Então administrador, relações internacionais, economistas e outras formações são muito bem-vindas no Ministério do Meio Ambiente”, disse.
“A gente aqui trabalha, por exemplo, nas negociações internacionais, na captação de recursos internacionais para as políticas ambientais. A gente aqui faz a gestão de fundos. Isso daí é algo que o próprio ministério tem, mas as autarquias, as executoras, não. Nós temos aqui o Fundo Nacional do Meio Ambiente, Fundo Clima, que interage com o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] para a implementação do Fundo Amazônia. Na Agenda de Qualidade Ambiental, por exemplo, a gente trabalha fomentando a erradicação de lixões, a transformação de lixões em aterros sanitários, e aí a gente tem instrumentos de política pública para fazer isso”, acrescentou o analista, que trabalha no cargo desde 2007.
Como exemplo do trabalho do analista, Sotero citou o fomento de ações no âmbito da bioeconomia para a comercialização de produtos como o açaí e a castanha-do-pará, com base no Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE), em ações de planejamento ambiental territorial para viabilizar o desenvolvimento sustentável a partir da compatibilização do desenvolvimento socioeconômico com a proteção ambiental.
“Vamos lá formular ações, promover diálogo com o mercado consumidor, com os atravessadores, para que aquele produto saia da floresta, não destrua a floresta e chegue na mesa dos brasileiros. Estamos mais atrelados à política ambiental e não à implantação da política ambiental”, descreveu.
Atuando na Secretaria Extraordinária do Controle do Desmatamento e Ordenamento Territorial Ambiental do MMA, Sotero destaca que esse papel se deve ao fato de o MMA ser um ente formulador, enquanto outros órgãos, como o Ibama e o ICMBio, são executores.
“O analista ambiental do Ibama, por exemplo, vai atuar na fiscalização ambiental, entre outras atribuições. Ele vai a campo para fiscalizar. Ele atua também, por exemplo, no licenciamento ambiental, recebendo as documentações dos empreendimentos, e ele vai analisar para ver se aquele empreendimento é passível de licença ambiental ou não. No caso do ICMBio, a mesma coisa, tem um foco mais na implementação, na execução da política em âmbito federal, então o analista ambiental do ICMBio, ele faz a gestão de unidades de conservação, de programas relacionados à gestão das unidades de conservação federais. Tem mais de 300 no Brasil”, disse.
No seu dia a dia na Secretaria de Controle do Meio Ambiente do MMA, Sotero disse trabalhar, atualmente, na elaboração de planos de prevenção e controle do desmatamento. Um deles, o da Amazônia, já está pronto; o do Cerrado, em fase de finalização. Os demais biomas virão na sequência. Cabe à secretaria a elaboração de políticas, normas e estratégias destinadas ao ordenamento ambiental territorial e à redução e ao controle do desmatamento e dos incêndios florestais nos biomas brasileiros, em especial na Amazônia e no Cerrado.
“Nesses planos, por exemplo, a gente convida os outros ministérios, os órgãos vinculados a esses ministérios, para propor ações para o controle do desmatamento e, a soma de todas as ações articuladas, vão potencializar as ações do governo como um todo para prevenção e controle do desmatamento”, explicou Sotero.
“A gente tem um perfil diferente, não é aquele analista que está atuando em campo diretamente. A gente está no processo de formulação de políticas e de articulação de atores. Quando a gente vai a campo é para dialogar com prefeituras, com o governo do estado, para propor a realização de eventos que vão formular diretrizes para uma determinada política ou atualizar conceitos para determinadas ações. Também tem muito de articulação com outros ministérios”, disse.
Articulação
Analista Ambiental no MMA desde julho de 2012 e trabalhando na Secretaria Nacional de Mudança do Clima, a servidora Monique Ferreira enfatizou à Agência Brasil esse papel de formulação e articulação da carreira, inclusive, também, na interlocução com o Legislativo e o Judiciário.
À secretaria cabe, entre outras funções, propor e avaliar políticas, normas e iniciativas, e definir estratégias relativas à Política Nacional sobre Mudança do Clima, coordenar a implementação nacional da Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio e do Protocolo de Montreal sobre Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio, com o apoio a órgãos governamentais, projetos, estudos e iniciativas, voltados para a mitigação da mudança do clima, inclusive para o oceano e para os ecossistemas costeiros.
“É muito importante enfatizar que a gente está falando de um ministério que é do Meio Ambiente e Mudança do Clima, reconhecendo o papel da emergência climática. É um tema que está no ministério e que também tem reflexo em vários outros ministérios da Esplanada. E o nosso papel, enquanto analista, é de fazer essa articulação com os outros ministérios, com os estados, com a sociedade civil, que têm um papel muito de formulação e de implementação de políticas públicas”, disse.
Monique ressaltou ainda que pela carreira ser nova, existem muitos desafios para o desenvolvimento de formulação, articulação e avaliação de políticas, entre eles, mais recursos humanos para atuar na área. Atualmente, o MMA tem 652 servidores, dos quais 364 são analistas ambientais.
“É uma carreira nova, então a gente não tem ainda um quadro de servidores completo para lidar com todo esse desafio que a agenda nos impõe para promover essa transversalidade, que é tão imperativa para tratar as grandes questões ambientais e climáticas que se vê. O concurso é muito bem-vindo para a gente conseguir trazer profissionais qualificados para o corpo permanente de servidores públicos concursados. A gente tem um papel muito importante no desenvolvimento de políticas públicas permanentes, políticas de Estado mesmo, então é fundamental a gente ter um quadro de servidores permanentes para isso”, observou.
Fonte: EBC GERAL
BRASIL
Itaipava inova criando Pack Responsável e distribui latas 0% álcool no Carnaval estimulando consumo responsável
O Grupo Petrópolis e a cerveja Itaipava inovam nesse Carnaval e criam o Pack Responsável, iniciativa que incentiva o consumo moderado de bebidas alcoólicas durante o Carnaval. Como parte do Programa Saber Beber – plataforma da empresa de conscientização sobre o consumo de bebidas –, a iniciativa inclui no tradicional pack de latas cerveja Itaipava de 350ml três latas de cerveja sem álcool.
A ação, criada pela WMcCANN, foi inspirada no conceito global de “Zebra Striping”, uma prática que consiste em alternar bebidas alcoólicas e não alcoólicas, reduzindo os efeitos negativos da ingestão excessiva de álcool. A tendência já movimenta hábitos de consumo em países como o Reino Unido, onde um estudo de 2024 apontou que 25% dos consumidores de álcool adotam a técnica, parcela que salta para 78% entre os jovens de 18 a 24 anos.
Foto: Diego Mello, Leo Rodrigues e George Rutherford
O insight para o desenvolvimento do Pack Responsável é baseado em pesquisas que indicam que consumir uma bebida sem álcool após três latas com álcool pode reduzir significativamente os riscos de embriaguez e mal-estar. O Pack Responsável surge como um exemplo prático de como uma pequena mudança no produto pode promover um comportamento mais saudável, promovendo um movimento educativo com a própria embalagem.
“O Pack Responsável nasce como uma forma de dar contornos mais criativos e descontraídos à conscientização dos foliões, já que é o consumo de bebidas alcoólicas cresce exponencialmente em um nesse curto período de Carnaval. Queremos que a festa seja longa e memorável, mas sempre com parcimônia para que o show sempre torne a acontecer. Sendo a maior cervejaria brasileira, possuímos um compromisso sólido de, reiteradamente, impactarmos os consumidores quanto à necessidade do consumo equilibrado”, conta Diego Santelices, head de comunicação e mídia do Grupo Petrópolis.
Além de reforçar a importância da moderação, a iniciativa promove um cross-sell inteligente entre os produtos da marca, contribuindo também para a ampliação do conhecimento e consumo da linha Itaipava 0% álcool.
“A ação é um convite leve e criativo para mudar o comportamento de consumo, especialmente no Carnaval, quando os exageros são comuns. Ao inserir a mensagem diretamente no produto, mostramos que é possível educar sem interromper a experiência de marca. Ao contrário, a gente a melhora”, comenta Fernanda Duca, diretora de negócios da WMcCANN.
Distribuição de água
Além do Pack Responsável, o Grupo Petrópolis, em parceria com a Mastercard, promoverá uma ação especial reforçando o Programa Saber Beber na estação República de Metrô, em São Paulo. A iniciativa disponibilizará mobiliários personalizados da operadora de cartões que liberam gratuitamente garrafinhas de água potável para os foliões que possuem o cartão, oferecendo uma solução prática e necessária em meio ao calor intenso e à grande aglomeração típicos dos dias de folia. A ação reforça o compromisso das marcas com o consumo consciente, o bem-estar e a segurança do público durante a folia.
O Programa Saber Beber foi criado em 2017 pelo Grupo Petrópolis, com o objetivo de conscientizar os consumidores sobre a importância do consumo moderado de álcool. Além de aparecer em todas as embalagens de cerveja e outras bebidas alcoólicas da companhia, o Programa difunde o conceito “Beba com Sabedoria” nos mais diversos canais. Além disso, promove ações de conscientização nos eventos patrocinados pelas marcas e em bares e restaurantes parceiros, incluindo a distribuição de materiais de comunicação, brindes e, em alguns casos, vouchers promocionais para aplicativos de transporte.
Neste Carnaval, a inciativa estará presente em grandes eventos ao redor do Brasil, como Camarote Villa (BA), Rooftop Petra (BA), Carnaval dos Sonhos (MG) e o Olinda Beer (PE). “Esse cenário torna o Programa Saber Beber uma iniciativa de caráter essencial em nosso quadro de ações sociais. E conectarmos Itaipava, uma das marcas mais consumidas de todo o Brasil, com mensagens tão relevantes, certamente, é mais um relevante passo no caminho que estamos trilhando.”, reforça Santelices, do GP.
SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava
SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.
Para mais informações:
Néctar Comunicação Corporativa – grupopetropolis@nectarc.com.br
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MATO GROSSO5 horas atrásItaipava transforma aviso legal em alerta contra o assédio e propõe novo padrão de comunicação no mercado cervejeiroDurante décadas, o texto legal das campanhas de cerveja cumpriu uma função obrigatória. Presente em todas as peças do setor, a mensagem “Beba com moderação” acabou se tornando invisível aos olhos do público. A partir desse diagnóstico e amparada por uma pesquisa inédita do Instituto Locomotiva, realizada em parceria com a marca para esse 2026, a Itaipava decidiu ressignificar esse espaço para chamar atenção a um problema urgente da sociedade brasileira: o assédio, especialmente intensificado durante o Carnaval. Criada pela WMcCANN, a iniciativa transforma o aviso legal em um alerta direto e impossível de ignorar e dá início a um movimento com a nova assinatura “Nunca assedie. Beba com sabedoria”, colocando o combate ao assédio como prioridade em sua comunicação. Os dados que embasam a iniciativa fazem parte de uma parceria da Itaipava com o Instituto Locomotiva e evidenciam a dimensão do problema: 79% das brasileiras afirmam temer sofrer assédio no Carnaval e 5 em cada 10 mulheres já passaram por situações de assédio durante a festa. As informações integram as peças da campanha de Carnaval da marca e reforçam a urgência do tema, validando seu compromisso social ao integrar o “Não Se Cale”, pacto assinado pelo Grupo Petrópolis no lançamento do movimento, em 2024. “Nós entendemos que o Carnaval é um momento de celebração, mas também de responsabilidade. Com esta iniciativa, queremos ser pioneiros em uma mudança de comportamento que pode e deve ser abraçada por todo o setor. Transformar o aviso legal em um alerta contra o assédio é um passo simbólico, mas de grande impacto”, afirma Giulia Faria, Co-CEO do Grupo Petrópolis. “A parceria entre Itaipava, WMcCANN e Instituto Locomotiva nasce do compromisso de usar a comunicação para tornar visíveis verdades que não podem mais ser ignoradas. O posicionamento da WMcCANN, baseado em verdades bem contadas, está diretamente ligado à responsabilidade cultural. Ao realizar uma ação sustentada por dados, a comunicação cumpre seu papel de provocar reflexão, influenciar a cultura para transformar comportamentos e contribuir para um ambiente mais seguro para as mulheres”, comenta Ranata Bokel, CEO da WMcCANN. Para Maíra Saruê, diretora de pesquisa do Instituto Locomotiva, os dados da pesquisa revelam um cenário preocupante e reforçam como o assédio ainda faz parte da realidade de muitas mulheres durante o Carnaval. “Ao divulgar esses dados, buscamos não só amplificar o debate público sobre o tema, mas também chamar à reflexão quem está pulando o Carnaval. O assédio não é uma questão individual de uma ou outra mulher, é um problema social que precisamos enfrentar de forma coletiva, como sociedade”, explica. A ação se desdobra em uma estratégia de comunicação integrada que leva a mensagem para as ruas, redes sociais e plataformas digitais. O movimento inclui a aplicação da nova assinatura na veiculação de filme, peças em DOOH e materiais promocionais, com ampla presença em regiões de alta concentração de blocos e festividades carnavalescas. A estratégia busca amplitude e mobilização, incentivando o engajamento de parceiros e consumidores para que a mensagem se perpetue além do Carnaval. Pacto Ninguém se Cala O Grupo Petrópolis foi a primeira grande empresa do setor cervejeiro a assinar o Pacto Ninguém Se Cala, iniciativa do Ministério Público de São Paulo e do Ministério Público do Trabalho de combate ao assédio e à violência contra a mulher. Entre as ações adotadas, a empresa tem conscientizado clientes, fornecedores, promotores de eventos e colaboradores a respeito do tema, dentro da estratégia do seu programa de consumo consciente, o Saber Beber. A inclusão do alerta “Nunca Assedie” no aviso legal das embalagens de cerveja é mais uma ação adotada nesse sentido. SOBRE A ITAIPAVA – Criada em Petrópolis (RJ), Itaipava conquistou o consumidor brasileiro ao longo dos anos e, hoje, é uma das cervejas mais consumidas no país. A família Itaipava conta com diferentes tipos para todos os gostos e ocasiões: Itaipava Pilsen, Itaipava Premium, Itaipava Go Draft, Itaipava 100% Malte, Itaipava Malzbier, Itaipava Chopp e Itaipava Zero Álcool. Conheça o site: http://www.cervejaitaipava.com.br – @itaipava SOBRE O GRUPO PETRÓPOLIS – O Grupo Petrópolis é a única grande empresa do setor cervejeiro com capital 100% nacional. Produz as marcas de cerveja Itaipava, Petra, Black Princess, Cacildis, Cabaré, Weltenburger, Crystal e Lokal; a cachaça Cabaré; a vodca Nordka; as bebidas mistas Fest Drinks, Cabaré Ice, Crystal Ice e Blue Spirit Ice; o energético TNT Energy; os refrigerantes It! e a Tônica Petra; a bebida esportiva TNT Sport Drink; e a água mineral Petra. O Grupo possui oito fábricas em seis estados e mais de 130 Centros de Distribuição em todo o País, sendo responsável pela geração de mais de 22 mil empregos diretos. Em 2017, o Grupo criou o programa de consumo consciente Saber Beber, que orienta consumidores sobre o consumo responsável de bebidas alcoólicas. Saiba mais em www.grupopetropolis.com.br e no perfil @grupo.petropolis nas redes sociais.