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São Paulo promove ações para prevenir queda de idosos

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A prefeitura de São Paulo inicia nesta segunda-feira (26) a Semana de Prevenção de Quedas de idosos. O evento, que ocorre até o dia 30, pretende chamar atenção para a importância da atividade física para essa parcela da população.

A Secretaria de Esportes e Lazer do município destaca que, com o envelhecimento, aumentam os riscos de queda de idosos devido a fatores como a diminuição da força muscular, alterações no equilíbrio e na coordenação motora, bem como a presença de doenças crônicas.  

“Nesse sentido, a atividade física desempenha um papel crucial na prevenção desses acidentes, fortalecendo o corpo, melhorando a mobilidade e a estabilidade, e aumentando a confiança dos idosos em suas habilidades físicas”, destaca a pasta. 

Durante a Semana de Prevenção, ocorrerão diversas atividades, como palestras com especialistas na área da saúde, que tratarão de estratégias de prevenção, exercícios específicos e adaptação do ambiente domiciliar para evitar acidentes.   

O evento é aberto a todas as faixas etárias, com participação gratuita. É necessário, no entanto, fazer inscrição prévia pelo link: https://forms.gle/P8fjbgTMg5fDdtaj8

As atividades ocorrerão no Centro Esportivo São Mateus, no Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa da Vila Clementino, no Centro Esportivo Ipiranga, e no Centro Esportivo Santo Amaro. 

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Medidas simples 

O Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) alerta que as maioria dos acidentes com idosos e que resultam e quedas ocorre dentro de casa, por causa de pisos escorregadios, tapetes, objetos deixados no chão e a baixa iluminação. Nas ruas, os principais obstáculos para os idosos são calçadas com desníveis, buracos e até mesmo as dificuldades no acesso aos degraus dos transportes públicos.

Medidas simples podem ajudar a evitar as quedas dentro e fora de casa, como a retirada dos tapetes, a instalação de barras de segurança nos banheiros e o uso de calçados antiderrapantes. 

Cinco regiões do corpo humano são as mais afetadas pela queda: o fêmur, a bacia, a coluna lombar, o punho e o ombro. 

Fonte: EBC GERAL

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Prefeitura de SP constrói muro na Cracolândia para isolar área de usuários de drogas

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A Prefeitura de São Paulo ergueu um muro na Cracolândia, localizada no Centro da cidade, com cerca de 40 metros de extensão e 2,5 metros de altura, delimitando a área onde usuários de drogas se concentram. A estrutura foi construída na Rua General Couto Magalhães, próxima à Estação da Luz, complementada por gradis que cercam o entorno, formando um perímetro delimitado na Rua dos Protestantes, que se estende até a Rua dos Gusmões.

Segundo a administração municipal, o objetivo é garantir mais segurança às equipes de saúde e assistência social, melhorar o trânsito de veículos na região e aprimorar o atendimento aos usuários. Dados da Prefeitura indicam que, entre janeiro e dezembro de 2024, houve uma redução média de 73,14% no número de pessoas na área.

Críticas e denúncias

No entanto, a medida enfrenta críticas. Roberta Costa, representante do coletivo Craco Resiste, classifica a iniciativa como uma tentativa de “esconder” a Cracolândia dos olhos da cidade, comparando o local a um “campo de concentração”. Ela aponta que o muro limita a mobilidade dos usuários e dificulta a atuação de movimentos sociais que tentam oferecer apoio.

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“O muro não só encarcerou os usuários, mas também impediu iniciativas humanitárias. No Natal, por exemplo, fomos barrados ao tentar distribuir alimentos e arte”, afirma Roberta.

A ativista também denuncia a revista compulsória para entrada no espaço e relata o uso de spray de pimenta por agentes de segurança para manter as pessoas dentro do perímetro.

Impacto na cidade

Embora a concentração de pessoas na Cracolândia tenha diminuído, o número total de dependentes químicos não foi reduzido, como destaca Quirino Cordeiro, diretor do Hub de Cuidados em Crack e Outras Drogas. Ele afirma que, em outras regiões, como a Avenida Jornalista Roberto Marinho (Zona Sul) e a Rua Doutor Avelino Chaves (Zona Oeste), surgiram novas aglomerações.

Custos e processo de construção

O muro foi construído pela empresa Kagimasua Construções Ltda., contratada após processo licitatório em fevereiro de 2024. A obra teve custo total de R$ 95 mil, incluindo demolição de estruturas existentes, remoção de entulho e construção da nova estrutura. A Prefeitura argumenta que o contrato seguiu todas as normas legais.

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Notas da Prefeitura

Em nota, a administração municipal justificou a construção do muro como substituição de um antigo tapume, visando à segurança de moradores, trabalhadores e transeuntes. Além disso, ressaltou os esforços para oferecer encaminhamentos e atendimentos sociais na área.

A Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU) reforçou que a Guarda Civil Metropolitana (GCM) atua na área com patrulhamento preventivo e apoio às equipes de saúde e assistência, investigando denúncias de condutas inadequadas.

A questão da Cracolândia permanece um desafio histórico para São Paulo, com soluções que, muitas vezes, dividem opiniões entre autoridades, moradores e ativistas.

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