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Após acidente, Rincón morre em hospital na Colômbia

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O ex-jogador de futebol colombiano Freddy Rincón morreu na noite de ontem (13), aos 55 anos, no Hospital Clínica Imbanaco, onde estava internado para tratar de um traumatismo cranioencefálico. Ele não resistiu aos ferimentos causados por acidente ocorrido no último dia 11, quando o carro em que era transportado foi atingido, em um cruzamento, por um ônibus na cidade colombiana de Cali. Rincón deixa dos filhos: Sebástian Rincón e Freddy Stiven.

O jogador, que atuava no meio de campo como volante, disputou três copas do mundo (1990, 1994 e 1998) pela seleção colombiana. Nascido em Buenaventura, em 14 de agosto de 1966, Rincón começou a carreira no futebol no time homônimo à cidade onde nasceu.

Jogou também pelo Deportes Tolima, Independiente Santa Fé e pelo América de Cali da Colômbia. Na Europa, atuou no Nápoli (Itália) e Real Madrid (Espanha). E no Brasil jogou pelo Palmeiras, Santos, Cruzeiro e Corinthians, time pelo qual foi campeão mundial em 2000.

Homenagens

A morte do craque foi lembrada nas redes sociais por alguns dos times em que jogou. “É com muita tristeza que nos despedimos de um grande ídolo. Nosso capitão no primeiro título mundial, Freddy Rincón faleceu na madrugada desta quinta-feira. Eternamente em nossos corações”, tuitou o Corinthians. “Obrigado por tudo, Rincón!”, postou o Palmeiras, que também teve o jogador em seu elenco.

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“O Santos FC lamenta profundamente o falecimento do ex-jogador Freddy Rincón. A lenda colombiana defendeu o Peixão entre os anos de 2000 e 2001. Nossos sentimentos a todos os amigos e familiares do craque, que jamais será esquecido pela nação santista. Descanse em paz, Rincón!”, homenageou o Santos.

“O Cruzeiro lamenta a morte de nosso ex-atleta, Freddy Rincón, ídolo colombiano. Aos familiares, amigos e fãs, desejamos força neste momento de dor”, tuitou o Cruzeiro. O falecimento do jogador foi comunicado também pelos clubes Real Madrid, Napoli, América de Cali, Independiente Santa Fé e Tolima.

Edição: Kleber Sampaio

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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