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Brasil vai às quartas após virar contra Bélgica no Mundial de Vôlei

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A seleção brasileira confirmou vaga nas quartas de final do Mundial de vôlei feminino, em Roterdã (Holanda), e segue em busca do título inédito na competição. A classificação veio após vitória de virada sobre a Bélgica por 3 sets a 1 (parciais de 26/28, 25/17, 25/11 e 25/16) neste sábado (8). As brasileiras encerraram a participação na segunda fase do Mundial com 100% de aproveitamento (quatro vitórias nos quatro jogos). O país assegurou a vice-liderança do Grupo E, com 20 pontos, atrás da Itália, que soma 25. 

A equipe comandada por José Roberto Guimarães terá de aguardar os últimos confrontos neste domingo (9), quando serão definidos os demais classificados no Grupo E (além de Brasil, tem Itália, China Bélgica, Japão, Holanda/Países Baixos, Porto Rico e Argentina), e no Grupo F Sérvia, Estados Unidos, Turquia, Tailândia, República Dominicana, Polônia, Canadá e Alemanha). As brasileiras viajam na segunda-feira (10) para Apeldoorn, também na Holanda, onde ocorrerão as quartas e as fases finais Mundial.  

A oposta Tainara foi a maior pontuadora brasileira contra as belgas: foram 22 acertos (19 de ataque, dois de saque e um de bloqueio). 

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“Estou muito feliz pela nossa classificação. Foram duas fases difíceis, todas as jogadoras foram importantes para o time e a nossa união foi fundamental. Desde a partida contra a Itália, estamos com uma energia muito boa. A próxima fase vai ser ainda mais difícil, mas estamos confiantes e temos que levar essa energia para os jogos decisivos”, disse a oposta, em depoimento à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

Quem também foi mais uma vez decisiva em quadra foi a ponteira Gabi, que anotou 20 pontos (18 de ataque, um de saque e um de bloqueio). 

 “A nossa classificação só foi decidida na rodada de hoje. Temos que esperar até amanhã para saber qual vai ser nosso adversário das quartas de final. Independentemente se vier Japão, China ou Bélgica, sabemos que vai ser difícil. Vamos ter dois dias de descanso para nos prepararmos da melhor maneira possível. O Mundial é uma competição desgastante fisicamente, com muitos jogos e vamos fazer o possível para chegar no nosso melhor na partida das quartas de final”, projetou Gabi, capitã da seleção.

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O vôlei feminino brasileiro disputa o Mundial com as levantadoras Macris e Roberta, as opostas Kisy e Lorenne, as ponteiras Gabi, Rosamaria, Pri Daroit e Tainara, as centrais Carol, Carol Gattaz, Julia Kudiess e Lorena, as líberos Nyeme e Natinha.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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