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CBSK convoca seleção brasileira para a temporada 2022
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A Confederação Brasileira de Skate (CBSk) anunciou nesta segunda-feira (4) a seleção brasileira para a temporada 2022. A divulgação da lista acontece em um momento de grande desenvolvimento da modalidade após a ótima campanha nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

A importância do megaevento para o atual momento do skate brasileiro ficou evidenciada no fato de que dez dos 25 convocados participaram da Olimpíada no último ano. Entre estes nomes aparecem os medalhistas de prata olímpicos Rayssa Leal (Street) e Pedro Barros (Park).
Definida a Seleção 🇧🇷 de Skate 🛹 para o ciclo de #Paris2024!
Pega a visão de algumas feras:
Rayssa Leal 🥈
Pâmela Rosa
Luiz Francisco
Virgínia Fortes Águas
Pedro Barros 🥈
Murilo Peres pic.twitter.com/9DDcJAIPCz— Time Brasil (@timebrasil) April 4, 2022
Porém, a lista também conta com duas ausências entre os atletas que competiram em Tóquio: Leticia Bufoni e o medalhista de prata Kelvin Hoefler.
Segundo o presidente da CBSK, Eduardo Musa, Bufoni ficou de fora da relação para se dedicar a projetos pessoais e profissionais na atual temporada. “Esperamos poder contar com a presença dela novamente em 2023”, diz o dirigente.
Já o Hoefler não concordou com algumas das contrapartidas do contrato da seleção. “O Kelvin conquistou a primeira medalha do Brasil em Tóquio e a primeira do skate brasileiro em uma Olimpíada. É sem dúvida um grande nome não apenas para o Brasil, mas na cena mundial. Esperamos que na próxima temporada ele volte a estar presente na seleção”, afirmou Musa.
Relação de convocados
Park Feminino
Dora Varella – 31/07/2001 – São Paulo (SP)
Erica Leguizamon – 21/04/2007 – Garopaba (SC)
Isadora Pacheco – 29/03/2005 – Florianópolis (SC)
Raicca Ventura – 08/03/2007 – Santo André (SP)
Victoria Bassi – 22/07/2007 – Santo André (SP)
Yndiara Asp – 19/10/1997 – Florianópolis (SC)
Park Masculino
Augusto Akio – 12/12/2000 – Curitiba (PR)
Luigi Cini – 20/06/2002 – Curitiba (PR)
Luiz Francisco – 24/07/2000 – Lorena (SP)
Murilo Peres – 01/04/1996 – São Paulo (SP)
Pedro Barros – 16/03/1995 – Florianópolis (SC)
Pedro Quintas – 13/05/2002 – São Paulo (SP)
Street Feminino
Gabriela Mazetto – 16/09/1997 – Praia Grande (SP)
Isabelly Ávila – 30/08/2004 – Itapetininga (SP)
Kemily Suiara – 08/12/2000 – Brasília (DF)
Marina Gabriela – 06/05/2003 – Campinas (SP)
Pâmela Rosa – 19/07/1999 – São José dos Campos (SP)
Rayssa Leal – 04/01/2008 – Imperatriz (MA)
Virginia Fortes Aguas – 10/03/2006 – Niterói (RJ)
Street Masculino
Eduardo Neves – 19/05/2002 – Curitiba (PR)
Felipe Gustavo – 22/02/1991 – Brasília (DF)
Gabryel Aguilar – 01/11/1999 – São Paulo (SP)
Giovanni Vianna – 26/01/2001 – Santo André (SP)
João Lucas Alves – 19/01/2001 – Cachoeirinha (RS)
Lucas Rabelo – 01/01/1999 – Fortaleza (CE)
Edição: Fábio Lisboa
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
Serviço
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