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3ª edição do Festival de Rosas do Deserto e Orquídeas apresenta mais de 15 mil exemplares de plantas no Shopping Orla

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Trazendo as mais diversas espécies, tamanhos e cores, a 3ª edição do Festival de Rosas do Deserto e Orquídeas já tem data e local definidos. Os visitantes poderão levar para casa mudas a partir de R$10. O evento é promovido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, e será realizado de 7 a 10 de dezembro, no Shopping Orla, localizado no bairro Porto. O horário de funcionamento é das 7h às 19h, e a entrada é gratuita.

Nessa edição, serão expostos cerca de 15 mil exemplares de plantas. Os clientes poderão escolher entre 150 tonalidades de rosas do deserto e 200 espécies de orquídeas. Os tamanhos são variados, desde brotinhos para enfeitar apartamentos até flores com 1,5 metro de altura para incrementar a paisagem de grandes jardins.

A Família Orchidaceae, composta por inúmeras espécies e híbridos, faz com que as orquídeas se destaquem por sua rica diversidade. Enquanto isso, as rosas do deserto têm passado por um processo de melhoramento genético, culminando em uma paleta impressionante de tonalidades e formas.

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As orquídeas possuem uma grande relevância na flora brasileira, estando presentes na flora nativa de diversos biomas ao redor do mundo. No Brasil, mais de 3.000 espécies nativas podem ser encontradas. O destaque fica por conta do Orquidário Itaipava, um renomado produtor e expositor brasileiro, que trará uma série de inovações, incluindo espécies e híbridos de Dendrobium, Cattleya em todas as cores, Catasetum e Vanda.

Os clientes também encontrarão uma grande variedade de vasos de plantas, com diversos tamanhos e formatos. Além dos itens essenciais para o cultivo das flores, como adubo, fertilizantes e inseticidas naturais, que não oferecem nenhum risco para crianças e animais de estimação caso tenham contato com o produto.

Além das rosas do deserto e orquídeas, o Festival abraça uma gama de plantas ornamentais, sendo a Aglaonema a grande estrela do evento. A espécie, que possui folhas de diversas cores e tamanhos, é famosa por atrair olhares de colecionadores, como é o caso da Rosa Lopes. ‘Aqui no Shopping Orla sempre tem novidades, plantas diferentes, exóticas. Minha paixão é a aglaonema; eu já coleciono a espécie há muito tempo! E já combinei com as amigas para marcarmos presença no festival, não só pela quantidade de plantas que será exposta, mas pelo preço que vai estar bem acessível’, enfatizou a aposentada.

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O coordenador e organizador do Festival, Sérgio Gomes de Freitas, lembra que o evento é uma oportunidade para os amantes das flores adquirirem exemplares das plantas a preços mais acessíveis. ‘Aqui, a população poderá comprar uma orquídea por R$10, mudas de rosa do deserto por R$12, vasos pela metade do preço, adubos e fertilizantes de última tecnologia com valor acessível. Além disso, vamos ensinar a cultivar e cuidar das espécies para que elas fiquem sempre bonitas e saudáveis”.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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