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A emoção foi muito grande, afirma flamenguista que passou mal na Arena

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Um caso preocupante chamou a atenção de muitos torcedores que acompanharam a decisão da Supercopa do Brasil entre Atlético-MG e Flamengo, no último domingo (20), na Arena Pantanal, em Cuiabá. O flamenguista Gilson Avelar dos Santos, de 42 anos, não conseguiu segurar a emoção de ver o clube do coração jogar de perto pela primeira vez e passou mal no estádio no momento em que o Mengão decidia o título nas cobranças de pênaltis.

Em entrevista ao site RD News, o torcedor disse que revolveu realizar o sonho do seu filho Felipe Modolom dos Santos, de 22 anos, que era justamente assistir Flamengo pela primeira vez no estádio. Ambos realizaram o desejo juntos. Gilson afirmou que já não estava se sentindo muito bem durante o jogo, mas veio piorar quando o volante Arão errou a cobrança de pênalti. O pai e o filho residem no município de Primavera do Leste ( a 236 km de Cuiabá). 

No momento em que Arão errou o pênalti, eu fiquei mais ansioso
Gilson dos Santos

“Fui levar meu filho para realizar um sonho dele, que era assistir um jogo do Flamengo, mas quando chegou na hora dos pênaltis e meu coração já estava a mil, quando o Arão errou aquele pênalti eu pedi para um menino chamar o meu filho porque eu estava passando mal. Depois só lembro que acordei e já estava dentro da ambulância. Eu tinha sentido um pouquinho de dor antes, mas estava conseguindo suportar. Mas no momento em que Arão errou o pênalti, eu fiquei mais ansioso”, relatou Gilson.

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Gilson acredita que foi apenas um susto, pelo fato de ficar emocionado em ver o Flamengo jogar em sua terra natal. Ele foi encaminhado rapidadamente para uma ambulância e foi levado para o hospital. O médico disse que o flamenguista teve um princípio de infarto, mas depois de alguns exames e medicamentos, tudo ficou bem.

“O médico falou que foi um princípio de infarto. No hospital fizeram vários exames, eletrocardiograma, radiografia, mediu a velocidade do coração, então me passaram várias medicações e, depois que eu melhorei, eles me deram alta”

 

Paixão rubro-negra

Torcedor rubro-negro desde criança, Gilson diz que herdou a paixão pelo time carioca do seu finado pai, que também era fanático pelo Flamengo. Apesar de não ter visto o Mengão levantar a taça da Supercopa, o torcedor afirmou que valeu a pena ter viajado mais de 230 quilômetros para assitir o jogaço na Arena Pantanal, que recebeu o apoio de mais de 30 mil torcedores rubro-negros.

Sou Flamenguista desde quando me entendo por gente, aos meus três anos de idade eu já torcia

Gilson dos Santos

“Sou Flamenguista desde quando me entendo por gente, aos meus três anos de idade eu já torcia. Meu finado pai era flamenguista então herdei o manto preto e vermelho, rubro-negro. Foi a primeira vez que nós vimos o Flamengo de perto. A emoção foi muito grande, o título é consequência do futebol, nós temos erros e acertos, a emoção foi tremenda estar em lugar que 90% só tinha flamenguistas. A adrenalina é muito grande”, comemorou.

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Sonho realizado! Apesar do susto no fim do jogo, Gilson realizou o desejo do filho, que também saiu emocionado do estádio. Segundo o pai, o jovem chegou a chorar a cada gol do Flamengo marcado contra o Atlético-MG.

“Meu filho ficou muito feliz, e na hora que saiu os gols do Flamengo ele começou a chorar de tanta alegria. A emoção foi muito grande, como ele nunca tinha ido ao estádio, ele foi ver o time do coração dele. Triste porque aconteceu essa situação comigo, mas a gente é passivo”, concluiu Gilson.

Gilson dos Santos

Gilson e filho

Gilson Avelar dos Santos ao lado do filho Felipe Modolom dos Santos (de óculos). Juntos realizaram o sonho de ver o Flamengo jogar na Arena Pantanal

O jogo

O Atlético-MG sagrou-se campeão após empatar em 2 a 2 com o Flamengo no tempo normal, e vencer o adversário por 8 a 7 nas cobranças de pênaltis. A decisão foi disputada nesse domingo (20), na Arena Pantanal, em Cuiabá. 

O Galo faturou R$ 5 milhões pela conquista da Supercopa, enquanto o Mengão embolsou R$ 2 milhões pelo vice. O Atlético-MG, que foi campeão do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil do ano passado, iniciou o ano erguendo mais uma taça.

As equipes promoveram um grande espetáculo de futebol no estádio mato-grossense, que recebeu mais de 30 mil flamenguistas para apoiar o time na decisão, mas acabaram decepcionados com o resultado final da partida.

FONTE/ REPOST: DOUGLAS SANTOS – RD NEWS 

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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