Search
Close this search box.
CUIABÁ

VEJA

Abílio tenta fazer barco político, mas naufraga

Publicados

MATO GROSSO

Acostumado a fazer provocações com adversários e sem respeitar o direito dos interlocutores, o deputado federal Abílio Junior (PL) pode provar um pouco do próprio veneno.

De olho em 2024, ele organizou a fracassada conferência “O Futuro da Saúde em Cuiabá Pós-Intervenção” nesta segunda-feira (05), na Assembleia Legislativa. Sem nenhum traquejo como moderador, sem apoio político da Prefeitura de Cuiabá ou do Governo do Estado, viu a conferência descambar para a baixaria que ele está acostumado a fazer seja na Câmara Municipal ou na Câmara Federal, quando provocou duas deputadas esquerdistas durante uma audiência.

Agora foi a hora dele ver o evento ser encerrado porque saiu do controle dele. A plateia formada pelos servidores da saúde demitidos e líderes comunitários apoiadores do prefeito atacaram o co-interventor Hugo Fellipe Lima, que saiu antes do evento terminar e foi perseguido por Marcos Baiano, líder de bairro do Pedra 90. A TVAL derrubou a transmissão.

O próprio Abílio reconheceu que buscar diálogo não é da praia dele, estava difícil até para ele sustentar o personagem.

Leia Também:  Em Juína, primeira-dama de MT e presidente da MT Par fazem entregas do SER Família Habitação

“Peço pouco de diálogo, essa é uma fala é difícil para mim e até de vocês de ouvirem porque naturalmente não sou tão gente boa nas minhas falas. Estou baixando a guarda, estou me colocando para abrir o diálogo”.

Mas como menino mimado, Abílio foi peitar a plateia que estava esperando o co-interventor para falar e o deixou por último. O bate-boca começou, a segurança da ALMT foi acionada e por isso, ele próprio decidiu acabar com a conferência que ele mesmo inventou de fazer.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Férias de julho elevam expectativa de faturamento para maioria dos bares e restaurantes

Publicados

em

Mais da metade dos bares e restaurantes brasileiros espera aumentar o faturamento durante as férias escolares de julho. Segundo pesquisa da Abrasel, 54% dos empresários projetam crescimento nas vendas em relação a um mês comum, sem datas comemorativas ou grandes eventos. Desse total, 44% estimam alta de até 20%, enquanto 10% acreditam em expansão superior a esse percentual.

Na comparação com as férias de julho do ano passado, o cenário também é positivo. Para 58% dos entrevistados, o faturamento será maior neste ano. Outros 22% acreditam que o desempenho permanecerá estável, enquanto apenas 10% esperam retração.

O otimismo está relacionado ao impacto que o período costuma ter sobre o fluxo de consumidores. Para 49% dos empresários, as férias de julho são importantes ou muito importantes para o desempenho do negócio. Entre os principais motivos apontados estão o aumento da chegada de turistas e visitantes (49%) e as mudanças na rotina das famílias durante o recesso escolar (43%).

No entanto, o efeito das férias não é uniforme. Em cidades menos turísticas, parte dos bares e restaurantes tende a registrar redução no movimento, o que explica por que 28% dos empresários considera que o período tem pouca ou nenhuma importância para o faturamento.

Para Daniel Teixeira, presidente da Abrasel-MT, os dados mostram que o empresário mato-grossense está otimista para este mês de julho, ainda que nosso estado tenha mais gente saindo do que entrando neste período, o mês das férias escolares tende a ter um aumento no fluxo de consumidores, criando um cenário favorável para bares e restaurantes. “A expectativa é de um movimento mais intenso, especialmente para os estabelecimentos que investirem em experiências e atendimento de qualidade para atrair famílias e grupos de amigos”, destaca ele.

Leia Também:  Presidente do Hospital H.Bento esclarece descredenciamento da Unimed no Pronto Atendimento ortopédico

“Julho redistribui o consumo pelo país. Enquanto algumas cidades sentem a queda no movimento porque parte da população viaja, destinos turísticos vivem um dos períodos mais intensos do ano. Cidades associadas ao inverno, como Gramado, Campos do Jordão e Monte Verde, recebem mais visitantes e transformam essa sazonalidade em uma oportunidade para reforçar o caixa e compensar os meses de menor movimento”, afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.

Copa do Mundo e turismo reforçam cenário favorável

Além das férias escolares, o setor também tem sido beneficiado pela Copa do Mundo, que vem movimentando especialmente os bares nos dias de jogo. Os bons resultados da seleção brasileira aumentam a expectativa do público e devem ajudar a manter os estabelecimentos mais cheios em julho.

Outro fator positivo é o bom momento do turismo internacional. Entre janeiro e maio, os turistas estrangeiros gastaram R$ 25 bilhões no Brasil, valor recorde para o período e 11% superior ao registrado nos cinco primeiros meses de 2025, segundo dados do Ministério do Turismo.

“A Copa sempre muda o clima do país, e a expectativa é de que o Brasil faça uma grande campanha, chegue à final e conquiste o hexa para completar a festa. Somada às férias de julho e ao aumento do fluxo de turistas, a competição deve seguir enchendo as mesas, reunindo as torcidas e impulsionando o movimento nos negócios”, destaca Solmucci.

Leia Também:  Nova delegacia e investimentos em tecnologia e inteligência reforçam Segurança em Sorriso

Maio registra desempenho positivo

A pesquisa da Abrasel mostrou ainda que os empresários encerraram maio com indicadores favoráveis. O mês terminou com 39% das empresas operando no lucro. Outras 41% registraram equilíbrio financeiro, enquanto 19% tiveram prejuízo. Na comparação com abril, quase metade dos estabelecimentos (47%) informou crescimento no faturamento. Para 27%, a receita permaneceu estável, enquanto 25% registraram queda. 1% das empresas não existiam em maio.

“Maio costuma ser um mês muito importante para bares e restaurantes porque conta com o Dia das Mães, uma das datas mais fortes do calendário do setor. O fato de quase metade das empresas ter conseguido ampliar o faturamento em relação a abril mostra resiliência e capacidade de adaptação em um ambiente ainda marcado por margens apertadas, custos elevados e forte pressão sobre o caixa”, afirma Solmucci.

Os dados do estudo mostram que apenas 8% dos empresários conseguiram reajustar os preços acima da inflação nos últimos 12 meses. Outros 57% reajustaram conforme ou abaixo da inflação, enquanto 35% não conseguiram fazer qualquer reajuste.

A pressão sobre o caixa também aparece na inadimplência. De acordo com o levantamento, 37% dos estabelecimentos possuem algum pagamento em atraso. Entre eles, os principais débitos são impostos federais, mencionados por 75% dos empresários, seguidos pelos tributos estaduais, citados por 44%.

 

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA