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Abílio tenta fazer barco político, mas naufraga

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Acostumado a fazer provocações com adversários e sem respeitar o direito dos interlocutores, o deputado federal Abílio Junior (PL) pode provar um pouco do próprio veneno.

De olho em 2024, ele organizou a fracassada conferência “O Futuro da Saúde em Cuiabá Pós-Intervenção” nesta segunda-feira (05), na Assembleia Legislativa. Sem nenhum traquejo como moderador, sem apoio político da Prefeitura de Cuiabá ou do Governo do Estado, viu a conferência descambar para a baixaria que ele está acostumado a fazer seja na Câmara Municipal ou na Câmara Federal, quando provocou duas deputadas esquerdistas durante uma audiência.

Agora foi a hora dele ver o evento ser encerrado porque saiu do controle dele. A plateia formada pelos servidores da saúde demitidos e líderes comunitários apoiadores do prefeito atacaram o co-interventor Hugo Fellipe Lima, que saiu antes do evento terminar e foi perseguido por Marcos Baiano, líder de bairro do Pedra 90. A TVAL derrubou a transmissão.

O próprio Abílio reconheceu que buscar diálogo não é da praia dele, estava difícil até para ele sustentar o personagem.

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“Peço pouco de diálogo, essa é uma fala é difícil para mim e até de vocês de ouvirem porque naturalmente não sou tão gente boa nas minhas falas. Estou baixando a guarda, estou me colocando para abrir o diálogo”.

Mas como menino mimado, Abílio foi peitar a plateia que estava esperando o co-interventor para falar e o deixou por último. O bate-boca começou, a segurança da ALMT foi acionada e por isso, ele próprio decidiu acabar com a conferência que ele mesmo inventou de fazer.

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“Tumores cerebrais estão entre as principais causas de óbitos em crianças”, reforça especialista

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O mês de maio é marcado pela campanha Maio Cinza, dedicada à conscientização sobre os tumores cerebrais, uma condição grave que exige atenção, informação e acesso rápido ao diagnóstico e tratamento adequado. A iniciativa busca alertar a população sobre sinais e sintomas, além de reforçar a importância da detecção precoce para aumentar as chances de controle da doença e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima cerca de 11.400 novos casos anuais de câncer cerebral e do sistema nervoso no Brasil. Em Mato Grosso, a taxa projetada fica em torno de 140 casos. De acordo com o médico cancerologista pediátrico e coordenador científico do projeto de Diagnóstico Precoce da Associação de Amigos da Criança com Câncer (AACCMT), Dr. Wolney Taques (CRM-MT 3592, Cancerologia Pediátrica-RQE-48), os tumores cerebrais estão entre as condições neurológicas mais complexas e desafiadoras da medicina e as que mais causam óbitos.

“Sabemos que esses tumores podem acometer pessoas de qualquer idade. No entanto, em crianças, eles estão entre as principais causas de mortalidade, juntamente com casos de leucemia e linfoma. Trata-se de um tipo de câncer bastante agressivo, que pode deixar sequelas”, explicou o médico.

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Embora não sejam necessariamente a forma mais comum de câncer, eles estão associados à alta gravidade clínica, especialmente devido ao impacto que podem causar em funções vitais do sistema nervoso central. Em muitos casos, o diagnóstico tardio contribui para a piora do prognóstico, o que torna a conscientização ainda mais essencial.

Entre os principais sintomas que merecem atenção estão dores de cabeça persistentes e progressivas, alterações visuais, convulsões, mudanças de comportamento, dificuldades motoras e problemas de fala ou memória. A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de um tumor, mas indica a necessidade de avaliação médica especializada.

O diagnóstico precoce é um dos fatores mais importantes para o sucesso do tratamento. Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética são fundamentais para identificar alterações no cérebro e permitir a definição da conduta terapêutica mais adequada, que pode incluir cirurgia, radioterapia e quimioterapia, dependendo do caso.

“É fundamental destacar que crianças que apresentem sintomas devem ser avaliadas por um médico pediatra. Caso haja suspeita de tumor cerebral, o encaminhamento imediato para um especialista em oncologia pediátrica é essencial, pois aumenta as chances de cura e reduz o risco de sequelas. Tanto o pediatra quanto o especialista em oncologia pediátrica podem solicitar exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética, que são decisivos para confirmar o diagnóstico”, concluiu.

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Ao longo desses 27 anos, a AACCMT já acompanhou cerca de 900 crianças e adolescentes e realizou mais de 25.638 mil atendimentos. Entre eles alguns casos de tumores cerebrais.

“Nosso objetivo é oferecer todo o apoio necessário para que crianças e adolescentes possam realizar o tratamento adequado e receber acompanhamento psicológico, com a participação da família, sem comprometer a rotina escolar por estarem afastados de casa”, pontuou o vice-presidente da AACCMT, Benildes Firmo.

Sobre a AACCMT

A AACMT é uma instituição sem fins lucrativos que oferece hospedagem gratuita para crianças com câncer e um acompanhante. Os assistidos vêm do interior de Mato Grosso, de outros estados, de áreas indígenas e até de outros países, em busca de tratamento em centros especializados de oncologia pediátrica em Cuiabá.

A associação disponibiliza também alimentação, transporte, atendimento psicossocial e acompanhamento multiprofissional, iniciativas que fazem a diferença na jornada de quem enfrenta a doença. Tudo isso é realizado de forma gratuita.

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