MATO GROSSO
Ação conjunta apreende quase uma tonelada de cocaína na fronteira com a Bolívia
MATO GROSSO
Uma ação conjunta do Grupo Especial de Segurança de Fronteira, Polícia Federal e Exército Brasileiro apreendeu 966 quilos de cloridrato de cocaína na região do Parque Ricardo Franco, município de Vila Bela da Santíssima Trindade (522 km de Cuiabá). Essa foi a maior apreensão de droga realizada este ano na fronteira com a Bolívia, causando um prejuízo estimado em R$ 24 milhões às organizações criminosas que atuam no tráfico de cocaína na região de fronteira de Mato Grosso com a Bolívia.
A droga foi apreendida durante patrulhamento das forças de segurança, na madrugada desta quarta-feira (21.07), com o apoio aéreo de um helicóptero do Exército Brasileiro.
A força-tarefa iniciou após as forças de segurança encontrarem três motociclistas carregando fardos em uma fazenda abandonada, próxima a região de fronteira. Na abordagem, os suspeitos abandonaram os veículos com a droga e tentaram fugir, dois deles foram presos.
No início do dia, os agentes iniciaram uma varredura na região em busca do terceiro suspeito, porém acabaram encontrando diferentes locais com outros fardos enterrados. Após a escavação, foram encontrados 27 fardos com o mesmo entorpecente localizado com os motociclistas.
Conforme o Gefron, foram apreendidos 877 tabletes de cloridrato de cocaína.
Além da carga de cloridrato de cocaína, a força-tarefa também apreendeu as três motocicletas que foram encaminhadas à sede da Polícia Federal de Cáceres (217 km de Cuiabá) juntamente com os suspeitos detidos. Ambos os suspeitos já tinham passagem por tráfico de drogas.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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