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Amália assina pedido de impeachment de ministro por bancar viagem da ‘dama do tráfico’

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A deputada federal Amália Barros (PL), anunciou nesta terça-feira (13) que irá assinar, com parlamentares da oposição, um pedido de impeachment do ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, pelo custeamento via ministério, da viagem da criminosa Luciana Barbosa Farias, conhecida como “dama do tráfico” para Brasília (DF).

 

De acordo com reportagem publicada pelo jornal paulista Estadão, Luciane Barbosa, conhecida como a “dama do tráfico amazonense”, viajou para Capital Federal com dinheiro público, custeado pelo Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania. O pagamento da viagem foi confirmado pelo próprio ministério.

 

Ainda segundo a reportagem, ela foi recebida duas vezes neste ano por assessores do ministro Flávio Dino, no prédio do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

 

Luciene é casada com Clemilson dos Santos Farias, conhecido como “Tio Patinhas”, líder do Comando Vermelho na região.

 

Ele chegou a ser o número um na lista de procurados pelo governo do Amazonas até ser preso em dezembro do ano passado.

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“Assinarei sim com colegas da oposição, o pedido de impeachment do ministro de Estado dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Luiz de Almeida, devido ao pagamento de passagens para Luciane Barbosa Farias”, confirmou a deputada.

 

Luciene e o marido foram condenados em segunda instância por lavagem de dinheiro, associação para o tráfico e organização criminosa.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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