MATO GROSSO
Aprovada na câmara de Sorriso a criação da Guarda Civil
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A câmara municipal aprovou, ontem à noite, em sessão, a transformação da Guarda Municipal de Trânsito em Guarda Civil Municipal. A lei vai ser sancionada pelo prefeito Ari Lafin e os integrantes devem, futuramente, trabalhar armados atuando em outras esferas no setor de segurança pública. De acordo com o secretário de Segurança, José Carlos Moura, o próximo passo será “procurar a Polícia Federal, estabelecer o pedido de convênios.” “Estes guardas precisam fazer exames psicológicos e, após isso será feito um curso de formação com hora exigida, todo este critério e depois vamos adquirir as armas, um caminho que tem vários requisitos e vamos cumprir integralmente, sempre seguindo as ordens da Polícia Federal, para que a gente não desvia deste foco.”
O secretário acrescentou que “temos como exemplo a Guarda Civil de Lucas do Rio Verde, de Sinop que passaram por este mesmo caminho. Então temos a oportunidade de errar menos e até falaram que vão nos ajudar, porque em Lucas do Rio Verde, recentemente eles pegaram armas e estão trabalhando”, detalhou o secretário.
Segundo o coordenador da Guarda de Trânsito, Márcio Pires, “é uma oportunidade que nós temos de fazer o curso, aprender cada vez mais, mas principalmente estarmos protegidos também para trabalhar junto às forças de segurança, igual já trabalhamos, mas como foi dito pelas autoridades, somos os únicos que não estão usando armas letais, usando Sparks. Tivemos inúmeras situações de risco já, que vem acontecendo e todas as cidades vem fazendo essa readequação em duas guardas municipais”, analisou.
Só Notícias/Ana Dhein com Lucas Torres, de Sorriso (foto: Só Notícias/Lucas Torres)
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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