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Artesãos afirmam que reabertura da Casa Tur apoiará manutenção da cultura e divulgação de produtos

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Com arte, cultura e ocupação do Centro Histórico de Cuiabá que a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) reabriu ao público, nessa quarta-feira (20.12), as portas da Casa Tur, na sede da Secretaria Adjunta de Turismo. Os artesãos presentes à cerimônia de abertura afirmaram que o espaço cultural vai garantir a manutenção da cultura regional e ajudar na comercialização dos produtos.

Durante a cerimônia, o artesão Alcides Ribeiro divulgou o trabalho e esculpiu uma viola de cocho, mostrando aos presentes como é o seu ofício e os instrumentos que utiliza. Ele aprendeu a arte com o pai, que trouxe o conhecimento dos ancestrais. Alcides celebrou a reabertura da Casa Tur nesses novos moldes.

“Isso dá uma garantia para nós que teremos um apoio dentro dessa casa para poder manter essa cultura, manter esse artesanato, manter tudo isso de bom que tem aqui em Mato Grosso”, enfatizou.

Assim como o artesão, a redeira Jucineire Clemente da Silva levou o tear e mostrou o trabalho de fazer a rede bordada à mão. Um trabalho de cerca de dois meses para ficar pronto. Ela aprendeu o ofício aos 15 anos com a mãe, que aprendeu com a avó, que aprendeu com os antepassados. Para ela, a reabertura da Casa Tur é mais um espaço para vender as peças que ela fabrica.

“Aqui em Cuiabá faltava lugar para a gente vender as nossas redes. Agora, abrindo essa outra oportunidade, é muito bom para a gente. É mais um local para vender e divulgar o nosso trabalho”, destacou.

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Na Casa Tur irá funcionar o Centro de Atendimento ao Turista (CAT), espaço para exposição e comercialização de artesanato mato-grossense, atendimento aos prestadores de serviços do setor junto ao Cadastur do Ministério do Turismo e informações para atração de investimentos privados por meio do Observatório do Turismo.

No observatório estarão disponíveis informações do Índice de Desempenho Turístico (IDTur), que será possível informar a performance dos estabelecimentos junto à plataforma com base nos indicadores de taxa de avaliação, número de avaliações, pontuação geral e desempenho. Essa proposta, inclusive, foi premiada nacionalmente pelo Ministério do Turismo.

O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, disse que a reabertura da Casa Tur, fechada ao público de 2020, é uma demonstração do Governo do Estado de apoio à história de Mato Grosso e de Cuiabá.

“Cuiabá tem uma história riquíssima, belíssima. O cuiabano é o povo mais acolhedor que existe e essa casa representa isso tudo, não só pela sua arquitetura, como também pela sua localização, pois é o Centro Histórico de Cuiabá. É uma pena que esteja abandonado, pois o poder municipal não tem cuidado desse patrimônio de Mato Grosso, do cuiabano. O Governo do Estado dá uma demonstração que quando a gente quer fazer uma boa gestão, quer respeitar a história das pessoas que moram, que nasceram e que vivem em Cuiabá, é possível fazer”, enfatizou.

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Para o secretário adjunto de Turismo, Felipe Wellaton, é importante que a sociedade tenha contato com o casarão erguido em 1777 e tombado como Patrimônio Histórico Federal, mas que agora respira arte, cultura e turismo.

“A gente está abrindo as portas desse casarão do século 18 para as pessoas conhecerem os roteiros turísticos, as nossas belezas naturais e também o artesanato. Teremos uma loja que a pessoa faz a compra por pix e cai direto para os artesãos credenciados ao Programa do Artesanato Brasileiro (PAB). Estamos trazendo revitalização para uma área histórica da cidade e que também fomenta o turismo através da cultura. Queremos trazer o cidadão mato-grossense, que aqui mora, que é o primeiro turista. Se é bom para o morador, também vai ser bom para o turista”, declarou.

A proposta da casa é funcionar durante o expediente da Sedec, das 8h às 18h, de segunda-feira a sexta-feira, contudo, uma vez por mês sediar eventos para aproximar a população de quem produz arte, cultura e o turismo regional.

Também estiveram no evento o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, o deputado estadual Carlos Avallone (PSDB), o secretário de Estado de Cultura, Esportes e Lazer (Secel), Jefferson Neves, e vereadores.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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