MATO GROSSO
Assembleia Legislativa aprova Moção de Repúdio contra servidor comissionado da Prefeitura de Rondonópolis
MATO GROSSO
Por Samantha dos Anjos
Os deputados estaduais da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) votaram pela aprovação, de forma unânime, da Moção de Repúdio ao servidor comissionado da Prefeitura de Rondonópolis e ex-vereador, Alcimar Machado Borges, pelo desrespeito e crime por difamação e agressão contra o parlamentar Thiago Silva (MDB). O ato ocorreu na manhã de terça-feira (19), durante o exercício do mandato por parte do parlamentar em visita institucional ao novo prédio da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).
“Fomos à Unemat para reunir com os acadêmicos e docentes para tratar e debater sobre novos investimentos e verificar as instalações e estrutura do novo prédio que foi construído em parceria com a iniciativa privada. Lembro que essa instituição não é do prefeito, do vereador, do deputado e, sim, do cidadão que paga os seus impostos. E como representante da sociedade, temos mais do que o dever de atender os anseios da comunidade acadêmica e consolidar a Unemat no município”, esclarece o deputado.
O presidente da Assembleia Legislativa e deputado estadual Eduardo Botelho (UB) expôs que não é aceitável esse tipo de atitude e lamentou a postura de Alcimar Borges, ainda por ter ocupado o cargo de vereador em Rondonópolis. “É lamentável, um ex-vereador, ter uma atitude dessa. Ele que foi parlamentar e não entender que as discussões têm que seguir no campo do respeito. Inadmissível agir com agressões”, posicionou.
O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) solidarizou com Thiago Silva. “Eu acredito que todos, nós, parlamentares, temos que endossar. Por mais que tenhamos assinado uma Moção de Repúdio ao fato que Thiago Silva passou na Unemat, eu quero ressaltar a importância da defesa e prerrogativas dos parlamentares. O deputado tem que ter o respeito, no momento que exerce o seu mandato, que foi eleito para legislar, destinar recursos e fiscalizar a implementação de obras”, manifestou.
Thiago Silva agradeceu o apoio e compreensão das lideranças partidárias que apresentaram o requerimento de Moção de Repúdio ao ato ocorrido em Rondonópolis. “Esse não é um ataque ou agressão ao Thiago Silva e, sim, ao Parlamento Estadual. Nós, no exercício da nossa função, sermos atacados por qualquer pessoa. Ainda mais, lutando e defendendo a educação. Agradeço aos colegas deputados pela aprovação unânime desta Moção”, finalizou o parlamentar.
Alcimar Borges, que já foi denunciado, algumas vezes, por violência doméstica, atacou e agrediu verbalmente o parlamentar, ao impedir a sua permanência dentro da entidade e de visitar os blocos da Universidade, o que deixou toda a comunidade acadêmica perplexa com o total desrespeito e desequilíbrio emocional por parte dele. Após o episódio, Thiago Silva registrou um Boletim de Ocorrência contra o servidor e tomará as devidas providências judiciais.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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