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Atleta de MT é convocado para Camping Escolar Paralímpico; “apoio do Governo foi fundamental”, afirma

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O atleta Guilherme de Oliveira, de Alto Araguaia (422 km de Cuiabá), foi convocado, pela terceira vez, para participar do Camping Paralímpíco Escolar, em São Paulo (SP). Para ele, o apoio do Governo de Mato Grosso é fundamental para que ele possa aproveitar as oportunidades no esporte.

“Graças ao apoio do Governo, este é o terceiro ano consecutivo em que tenho a oportunidade de participar do Camping Escolar, que é muito importante para o meu desenvolvimento como atleta”, afirma o atleta de tênis de mesa.

Contemplado com bolsa do projeto Olimpus, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o jovem de 13 anos embarca no próximo domingo (28.01) para um período de treinamento intensivo no Centro de Treinamento Paraolímpico, capital paulista.

“Estou muito animado para essa nova temporada e espero adquirir mais conhecimento e viver novas experiências para continuar representando nosso Estado com excelência no tênis de mesa”, comenta.

Pai e treinador de Guilherme, João de Oliveira acredita que a dedicação e persistência do atleta são fundamentais, mas o apoio do Governo, por meio do bolsa atleta, é um diferencial em Mato Grosso.

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“Expresso minha profunda gratidão por ter um Estado que, diante desse cenário, acredita nos atletas olímpicos e paralímpicos, proporcionando incentivos para que eles possam aprimorar suas habilidades e se manterem no esporte”, agradece.

O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jefferson Carvalho Neves, comemora que o ano de 2024 iniciou positivo para o esporte de Mato Grosso.

“A convocação dos nossos atletas, tanto para treinamentos como para competições de Seleção Brasileira, consolida todo o trabalho que estamos realizando em nosso Estado. Esses resultados são frutos do nosso comprometimento com nossos técnicos e atletas, que, através do fomento ao Esporte, estão adquirindo cada vez mais experiência e talento para continuar representando nosso Mato Grosso com excelência”, destaca o secretário.

Além de Guilherme, a atleta Ana Beatriz Pereira, de Várzea Grande, compõe a equipe de doze mesa-tenistas convocados para o camping da modalidade, promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Em novembro de 2023, Ana participou de sua primeira competição escolar brasileira e, representando Mato Grosso, trouxe duas medalhas para casa.

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Camping Escolar Paralímpico

O projeto é idealizado e realizado pelo CPB desde 2018 e tem como objetivo proporcionar a jovens atletas, com idade entre 12 e 17 anos, selecionados a partir das Paralimpíadas Escolares, o primeiro contato com a rotina de um atleta de alto rendimento. Durante os dias 28 de janeiro e 4 de fevereiro, os atletas serão submetidos a treinos, testes e avaliações, bem como assistirão a palestras.

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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