MATO GROSSO
Barra do Garças tem mais de R$ 118,5 milhões em investimentos do Governo de MT
MATO GROSSO
Importante polo turístico da região do Araguaia, o município de Barra do Garças já foi contemplado com mais de R$ 118,5 milhões em investimentos realizados pelo Governo de Mato Grosso desde o início da gestão, em 2019.
Do montante, R$ 50 milhões foram aplicados em obras de infraestrutura, enquanto R$ 9 milhões foram destinados para ações culturais e fomento ao esporte. O Estado ainda investiu R$ 6,8 milhões na área da Educação e mais de R$ 4 milhões para ações sociais. Também houve aportes para as áreas da Saúde, Segurança Pública, Desenvolvimento Econômico, Agricultura Familiar e Meio Ambiente.
Os principais investimentos da Secretaria de Infraestrutura e Logística (Sinfra) no município envolvem a construção de 10 pontes de concreto, das quais duas foram concluídas, uma está em andamento e sete já estão contratadas. As pontes têm entre 21 e 50 metros de extensão e estão localizadas sob os córregos Corrente, Pitomba, Passa Vinte, Grande I, Porteiro, Águas Quentes, Boqueirão e o Córrego dos Índios. Para tanto, foram investidos R$ 6 milhões em aduelas de concreto armado.
Outra obra de infraestrutura na região é a restauração e conservação de ruas e avenidas do município, realizada por meio de convênio com a Prefeitura de Barra do Garças, que recebeu R$ 15,4 milhões.
No início do mês, o governador Mauro Mendes também entregou dois novos trechos de asfaltamento na MT-100: foram 67,4 km de asfalto novo e a restauração de outro trecho de 45 km. Com isso, 100% da rodovia, nos trechos que ligam Alto Araguaia a Barra do Garças, já estão asfaltadas. A rodovia, que era um sonho dos moradores por ser a principal ligação do Araguaia com o restante do Estado, passa por 10 municípios da região e beneficia diretamente a população.

Em visita ao município nesta quinta-feira (09.06), o Governo de Mato Grosso ainda assina mais R$ 5,7 milhões em investimentos para a reforma da cerca e dos sanitários dos campos de futebol Arnaldo Martins e Zeca Ribeiro, construção de uma sala de tiro no Comando da PMMT, ampliação e reforma do Parque Águas Quentes e compra de cimento para construção de calçadas.
Também deve ser assinada autorização para investimento de R$ 11,6 milhões para a retomada da construção dos conjuntos habitacionais Residencial Carvalho I, II e III. A obra é fruto de convênio da Prefeitura de Barra do Garças com a Caixa Econômica Federal e recebe a contrapartida do governo estadual para sua retomada.
Segurança Pública
Durante a gestão, a Segurança Pública do município foi reforçada com o investimento de R$ 53 milhões. O valor envolve a reforma do 2º Batalhão da PM, a entrega de uma nova viatura auto tanque para a 1º Companhia Independente do Corpo de Bombeiros, e a compra de equipamentos, mobiliários e utensílios para a Penitenciária de Barra do Garças e Ciosp, que já estão em fase de projeto junto à Secretaria de Estado de Segurança Pública.
O montante também contempla a construção de um laboratório e sala de balística na Politec, construção do Centro de Atendimento Socioeducativo Masculino (CASE) e de uma quadra poliesportiva na unidade, e a construção da sede do Ciosp, que também já está em fase de projeto.
Outra parte desse recurso, pouco mais de R$ 36 milhões, foram empregados para construção da penitenciária de Barra do Garças, resultado de um convênio do Estado com a Prefeitura Municipal.
Saúde e educação
O Governo do Estado entregou ao município três novas ambulâncias, frutos de emendas parlamentares, e investiu mais de R$ 6,8 milhões na educação de Barra do Garças. Desse valor, R$ 4 milhões foram para a construção de uma nova unidade escolar para a Escola Estadual Indígena Dom Felippo Rinaldi, executada via convênio.

Também houve a entrega de 107 aparelhos de ar condicionado para cinco escolas, reforma da Escola Estadual Nossa Senhora da Guia, e fornecimento de insumos para a EE Heronides Araújo e para o CEJA Prof Marisa Mariano da Silva, compra de equipamentos, e os recursos destinados para a compra de computadores e custeamento do serviço de internet para os professores durante a pandemia da covid-19.
Outro investimento previsto para o município é a autorização para a reforma da Escola Estadual Dom José Selva, no setor Campinas, e da Escola Estadual Jardim do Ypes, no bairro Jardim dos Ipês, que deve ser assinada durante a visita do governador Mauro Mendes na quinta-feira. Juntas, as obras têm orçamento estimado de R$ 12 milhões. Ainda, no mesmo dia, deverá ser entregue um novo ônibus de transporte escolar para o município.
Social
As famílias mais vulneráveis do município também foram assistidas pela gestão. Já foram entregues 11,9 mil cestas básicas, 8.954 cobertores e 344 filtros de barro para garantir à população a segurança alimentar e acesso à água filtrada.
Os programas para transferência de renda, como o Ser Família Emergencial, também investiram R$ 2,8 milhões do Governo do Estado, distribuídos a 1.737 famílias em 2021 e a 1.596 famílias neste ano.
Já os pequenos produtores da região foram contemplados com uma caminhonete Hilux, uma patrulha mecanizada, dois tanques resfriadores, uma unidade de referência tecnológica para assistência técnica ao produtor de leite, e a distribuição de 60 caixas de abelha e 600 toneladas de calcário. Juntos, os investimentos passam de R$ 660 mil.
O Estado também forneceu empréstimos de R$ 581 mil para auxiliar na atividade do comércio local.
Mais investimentos
O município também recebe a implantação do Centro de Eventos e Convenções de Barra do Garças, com investimento de R$ 7,4 milhões feito pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).
Já os incentivos a atividades culturais e esportivas somaram R$ 9,1 milhões de investimentos feitos pelo Estado. Os valores, destinados, em sua maioria, via convênios, foram empregados na realização de eventos como a Virada Cultural, IV Expoarte Araguaia e Simpósio da Cultura do Vale Araguaia, Circuito Musical, Forróterapia Cultural, Queima do Alho, 30ª festa do caju, mostras culturais, além de editais como o Pontos do Esporte.
A unidade local de execução do Indea também recebeu mais de R$ 460 mil em investimentos com a entrega de duas caminhonetes para auxiliar na fiscalização das atividades, enquanto a Secretaria do Estado de Meio Ambiente construiu uma central de visitantes para o Parque Serra Azul e doou um barco para a prefeitura.
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
-
MATO GROSSO4 dias atrásDesequilíbrio de Poder e o Papel do Senado
-
MATO GROSSO4 dias atrásEmpresária de MT leva modelo de urbanismo de Primavera do Leste a debate internacional em São Paulo
-
MATO GROSSO3 dias atrásItaipava é a cerveja oficial da Turnê “Histórias” 2026
-
MATO GROSSO2 dias atrásJovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação