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Biblioteca Estevão de Mendonça abre inscrições para evento comemorativo ao Dia Internacional da Mulher

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Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado anualmente no dia 08 de março, a Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça realiza, na terça-feira (07.03), uma programação especial para mulheres que contará com palestras, momento de beleza e sorteio de brindes.

O evento é gratuito e será realizado no Salão Nobre da Biblioteca, das 13h às 17h30. Os interessados em participar precisam se inscrever via e-mail bibliotecaestadual@secel.mt.gov.br ou pelos telefones (65) 3613-9240/9230. A inscrição pode ser feita até o dia 06 de março.

A primeira palestra será conduzida pela advogada criminalista Nadeska Calmon, com o tema “Tipos de violência e a Lei Maria da Penha”. Na sequência, tem a palestra “Violência contra a mulher: sua ocorrência, identificação e soluções”, que será apresentada pela tenente-coronel Hadassah Susannah, comandante do 3º Batalhão da Polícia Militar de Mato Grosso.

Após as palestras, as participantes terão um momento voltado para cuidados pessoais, com exposição e demonstração de produtos de beleza, além de sorteios de brindes.

A Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça é um dos equipamentos culturais da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

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Serviço

Dia Internacional da Mulher na Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça
Data: 07 de março (terça-feira), das 13h30 às 17h30
Local: Salão Nobre da Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça | Rua Antônio Maria, 151, Centro de Cuiabá
 

Fonte: GOV MT

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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