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Com lançamentos inspirados em Divertida Mente 2, o Boticário projeta 62% de crescimento em vendas para o Dia das Crianças, em relação a 2023

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Cuiabá, outubro de 2024 – As parcerias entre marcas têm se mostrado cada vez mais estratégicas no mercado de negócios, especialmente para o desenvolvimento de produtos e expansão de mercados. Buscando diferenciar e inovar cada vez mais seus produtos, o Boticário acompanha essa tendência e, pela quarta vez, firma parceria com Disney e Pixar, lançando produtos inspirados no filme Divertida Mente 2. Com as submarcas Sophie e Quasar Next, a marca destaca o grande potencial das linhas licenciadas voltadas para o público infantil e projeta crescimento de 62% em vendas em relação ao Dia das Crianças de 2023.

O Boticário se destaca como referência em licenciamento no mercado de beleza e na estratégia de desenvolvimento de colaborações inovadoras de diversas categorias, mas vale o destaque para a frente infantil e a já consolidada parceria com Disney e Pixar ao longo dos últimos anos. Esses investimentos fazem a marca projetar uma alta expectativa de conversão com os itens licenciados, podendo representar cerca de 40% no volume de vendas na categoria infantil para o período.

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“As parcerias e colaborações com outras marcas e empresas que firmamos nesses últimos anos não apenas fortalecem o relacionamento da marca com os consumidores, reforçando nossa presença em conversas da nossa comunidade, como também antecipam tendências e expandem nossa presença no mercado gerando impacto direto no nosso volume de vendas”, afirma Paulo Roseiro, diretor-executivo das categorias de Beauty do Grupo Boticário.

A partir de coleções de produtos inspiradas em grandes franquias, como Disney Wish, Disney 100 Anos, Moana e Star Wars que trazem o encantamento para datas, como o Dia das Crianças, e reforçam a fortaleza do Boticário como a marca de beleza mais amada e lembrada espontaneamente pelos consumidores (45%) para presentear*, não apenas ampliam o portfólio, mas também criam experiências únicas e exclusivas para os consumidores e fãs das franquias. Já a escolha do licenciamento de Divertida Mente 2 não foi por acaso, o Boticário sempre lidera temas relevantes, e a franquia ressalta a importância da discussão sobre a saúde emocional entre o público jovem. Segundo um estudo da Euromonitor, os consumidores estão procurando soluções rápidas para melhorar o bem-estar físico e mental, e a eficácia comprovada representa um papel significativo nas decisões de compra.

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Acompanhando essa tendência de mercado, os oito produtos de Sophie e Quasar Next, marcas infantis do grupo, foram desenvolvidos com caminhos olfativos da neurociência que despertam a sensação de bem-estar** para potencializar essa conexão com o público-alvo. A linha conta com três opções de colônias, aromatizador de ambientes, sabonete líquido, loção hidratante, desodorante roll-on, leave-in com proteção térmica e ainda um nécessaire e o livro Mapa das Emoções, para que as crianças aprendam sobre cada uma das emoções em atividades diárias.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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