MATO GROSSO
Companhia Raio prende homem com armas de fogo e 163 munições em Cuiabá
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Policiais militares da Companhia de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio) prenderam um homem de 33 anos por porte ilegal de arma de fogo, na tarde desta terça-feira (31.10), na zona rural de Cuiabá. Na ação, duas armas de fogo e 163 munições foram apreendidas.
Durante motopatrulhamento no Coxipó do Ouro, por volta de 17h, a equipe do Raio foi acionada por moradores, que denunciaram um homem que estaria andando armado pela região. Segundo as informações, o suspeito estaria em um Corolla branco e frequentemente passava pelo local exibindo armas de fogo.
Os policiais iniciaram diligências, abordaram o veículo conduzido pelo suspeito e não encontraram nada de ilícito no interior do carro e com o homem. Questionado sobre a denúncia, o suspeito confirmou aos policiais que teria armas de fogo em sua casa e levou os militares até o local.
Na residência do homem, a equipe do Raio localizou uma pistola calibre .9mm e uma espingarda de calibre .22, bem como 163 munições para todo o armamento. Ao ser perguntado sobre as autorizações necessárias para portar as armas, o homem disse que não tinha documentos sobre os objetos.
Diante dos fatos, o suspeito foi informado sobre o crime de porte ilegal de arma e recebeu voz de prisão, sendo conduzido para a Central de Flagrantes da Capital para registro da ocorrência, ficando à disposição da Polícia Judiciária Civil.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0